Há abraços que transformam uma vida ®


Ideias - ATIVIDADES educativas

​​

  • 1. O Corvo e o Jarro de Água (NOVA)
  • 2. Como Fazer um Apanhador de Sonhos (NOVA)
  • 3. Apanhador de Folhas de Árvores Pintadas (NOVA)
  • 4. Apanhador de Sonhos - Mosaicos de Folhas (NOVA)
  • 5. Apanhador de Sonhos - Ramos e Outros Elementos Naturais (NOVA)
  • 6. Como Construir um Kamishibai? (NOVA)
  • 7. Contar Histórias Kamishibai (NOVA)
  • 8. Pedras Pintadas (Desejos) (NOVA)
  • 9. Caça das Pedras Pintadas (dos Desejos) (NOVA)
  • 10. Pedras com Mensagens - Os Desejos da Família (NOVA)
  • 11. Os Sonhos Bons e os Sonhos Maus (NOVA)
  • 12. Jogo dos Botões do Pijama
  • 13. Ouriço Cacheiro de Pinhas
  • 14. Matemática com Botões - Conjuntos
  • 15. Fazer Letras de Botões
  • 16. Contar e a Criar Padrões com Botões
  • 17. Caixa de Ovos com Botões
  • 18. Separar Botões por Copos Coloridos
  • 19. A Árvore dos Sonhos
  • 20. Histórias dos botões da avó ou bisavó
  • 21. Memórias da Infância – As Cartas dos Botões
  • 22. Construção de varinhas de condão 
  • 23. Fadas pequeninas de pauzinhos de gelado e papel de seda 
  • 24. As fadas-ajudantes da história da Missão Pijama 
  • 25. Os pedidos da família às fadas-ajudantes 
  • 26. O dia das fichas desligadas 
  • 27. Varinha de condão dos desejos 
  • 28. Fadas saltando de nenúfar em nenúfar 
  • 29. Um presente da fada dos abraços 
  • 30. A minha fada de folhas e flores 
  • 31. 25 casas de fadas inspiradoras 
  • 32. Jardim de fadas num frasco 
  • 33. Brincar na terra das fadas 
  • 34. Casas de fadas de caixas de cartão 
  • 35. Casas de fadas grandes de papelão 
  • 36. Casa-tenda das fadas 
  • 37. Casas de fadas de formas de papel de queques 
  • 38. A carta das palavras mágicas
  • 39. A grande teia dos desejos
  • 40. Histórias de pedras
  • 41. Como preservar uma teia de aranha?

Experiência de ciências com pedras.

As pedras (godos, pequenos seixos) podem ser usadas para atividades ligadas à matemática e às ciências. Sugerimos esta atividade que serve para as crianças verificar o que acontece quando se coloca algum corpo dentro de água.

Para introduzir esta experiência, pode-se contar às crianças uma das fábulas de Esopo: “O corvo e o jarro de água”.

Um dia, estava um corvo cheio de sede e viu que a cozinha da casa de um lavrador perto do campo de milho onde ele vivia tinha a janela aberta. Ele entrou para ver se havia água e pousou na mesa. Olhou à volta e não viu nada, até que reparou que em cima da mesa ao seu lado estava um vaso de água (uma caneca de água). Ele tentou chegar à água, mas como o buraco do vaso era estreito e só estava meio cheio ele não conseguia chegar com o bico e continuava cheio de sede. Até que ele olhou pela janela e viu lá fora umas pequenas pedras. Então, foi buscar as pedras, uma a uma, com o bico e foi deitando-as dentro do jarro. Foi deitando cada vez mais pedras, até que a água foi subindo, subindo até que conseguiu beber e matar a sede. Moral da história: a necessidade estimula a imaginação (aguça o engenho).

Para realizar a experiência arranje um frasco de vidro de boca larga e várias pedras de diferentes tamanhos. Arranje também um pequeno animal de plástico (tartaruga, patinho) e também uma rolha. Encha o frasco meio de água. Comece a experiência. Pode colocar a pequeno animal em cima do frasco, mostrando que não chega à água. O que podemos fazer para que possa beber? Primeiro, peça às crianças para fazerem previsões: Se colocarmos uma pedra dentro de água o que vai acontecer. Se houver diferentes respostas faça uma lista e escreva o tipo e número de previsões diferentes. Faça três montes de pedras de diferentes tamanhos: peça às crianças para escolherem uma pedra de um dos montes para colocar dentro do frasco. Vejam o que acontece à água. Com um marcador pode fazer um traço no frasco para registar o nível que subiu (pode colocar uma rolha para ver melhor a subida do nível). Peça às crianças para preverem e verificarem o que acontece com pedras de diferentes tamanhos.

Também pode perguntar se a criança preferia escolher pedras pequenas ou pedras grandes para que o animal pudesse beber? Talvez as crianças escolham as grandes? Com isso, a água realmente sobre mais depressa, mas pode não ser suficiente usar as pedras grandes? Porquê? ... etc. etc. VER IMAGEM


Um apanhador de sonhos, para além de ser uma peça bonita, permite trabalhar o imaginário, a segurança (os sonhos bons) e os medos (os sonhos maus). Também permite envolver as famílias nesta atividade e, como resultado final, pode-se enfeitar a sala com trabalhos muito bonitos e chamativos.

O essencial para a construção de um apanhador de sonhos (que tem origem na tradição índia), parte do uso de um aro que pode ser de madeira (os originais usavam freixo) ou então de outro material como arame ou papel. Dentro do aro é construída uma teia que apanhava os sonhos maus e deixava passar os bons, através das penas e pedras que são penduradas e assim chegavam a quem dormia.

Vamos deixar sugestões diversas: apanhadores de sonhos mais “sofisticados” e decorativos como os que mostramos a seguir, com base num centro circular ou em forma de coração, ou, então, com diversos materiais (suaves ou com elementos naturais) apropriados para trabalhar com as crianças que apresentamos nas atividades seguintes.

Optamos por não descrever os materiais, porque é visível o tipo e forma de os construir. VER IMAGEM

Apanhador de Sonhos com Pratos de Papel e Fios de Lã - VER EXEMPLO 

Apanhador de Sonhos com Aro de Arame e Fios de Lã - VER EXEMPLO


Escolha folhas de árvores, mesmo que ainda estejam verdes e depois peça às crianças para as pintar com traços, bolas, ... o trabalho final é uma mistura do natural com o trabalhado. Deixe secar e ficará com um apanhador de sonhos original. VER IMAGEM


Este apanhador de sonhos é feito com uma base de um prato de papel e com folhas secas, como as de eucalipto que, sendo mais duras, são mais fáceis de cortar pelas crianças.

Para além de usar materiais naturais, este trabalho permite trabalhar a motricidade fina, uma vez que as crianças têm de apanhar os bocados pequenos e colá-los um a um. VER IMAGEM


Este apanhador é feito apenas com materiais vegetais e naturais, pequenos ramos, pauzinhos, folhas, pedrinhas e outros materiais que encontra na natureza.

É uma espécie de apanhador de sonhos “Natura”, para quem quer associar-se às sensações e sentimentos da vida natural ao ar livre.      

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O kamishibai (teatro de papel) é uma forma de contar histórias, método criado nos anos 30 do século passado no Japão. Nessa época, os contadores eram itinerantes e andavam de bicicleta, de terra em terra, contando histórias. Com a chegada do cinema e da televisão deixou de ser usado nas ruas, mas continua a ser uma bela maneira de contar histórias a crianças numa escola. A base do Kamishibai pode ser facilmente construída por um carpinteiro ou alguém da família de uma criança que tenha talento para a carpintaria. Há vários modelos, mas o essencial é que permita suportar as folhas A3 no encaixe e que possam deslizar para fora uma de cada vez.

- Ligação pode ver instruções para construir a base de um Kamishibai:    VER AQUI

- Também pode visitar a secção do Dia Nacional do Pijama sobre o Kamishibai: VER AQUI 

- Ligação para a imagem das peças de um Kamishibai em construção:     VER IMAGEM


Contar histórias na forma kamishibai é usar uma forma de contar em que dá movimento às histórias, usando cartões ilustrados (normalmente em tamanho A3) que são apresentados numa estrutura de madeira, na forma de teatrinho.

Esta forma tem uma vantagem em relação a um livro porque as imagens são maiores e estão sempre presentes, em frente das crianças enquanto se conta a história. Como os cartões deslizam, a passagem de uma cena para outra é feita com movimento, o que dá mais realce e emoção. O texto da história está escrito atrás do cartão, o que permite ao contador seguir o texto com facilidade, mantendo as mãos livres para as poder usar, se quiser, para dar mais enfase a determinados momentos. Cada história Kamishibai consta de 12-15 cartões ilustrados.

Podem ser adquiridos, mas também podem ser criados (pintados) pelas crianças que depois as podem contar a outras crianças de outras salas ou aos próprios pais, numa ocasião em que se reúnam na escola.

Também pode visitar a secção do Dia Nacional do Pijama sobre as histórias Kamishibai: VER AQUI 

Aqui, pode ver um vídeo com a história “Porque há tantas pedras no fundo do rio?” que o personagem Alcides da história “A Pedra falante” quando fala da história das pedras do rio que a avó Mimosa deve saber. É uma história breve, com ritmo e humor, que pode contar às suas crianças. 


Qual é a criança que não gosta de encontrar pedras e seixos pequeninos quando anda a passear?

Imagine que pode combinar esse interesse com a pintura de pedras e com elas criar um jogo que espalhe felicidade...

Nesta atividade propõe-se que as crianças pintem pedras com desenhos ou mensagens, à semelhança do que fizeram as crianças da sala Lilás, na história da “Pedra Falante” para depois organizarem a “Caça às Pedra Pintadas”.

Para saber mais, podem visitar a descrição desta atividade no site da Missão Pijama - VER AQUI

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O objetivo da “Caça às Pedras Pintadas (ou dos Desejos)” é esconder as pedras pintadas com desenhos ou mensagens significativas em sítios ao ar livre (jardins, partes, caminhos por onde passem crianças e as suas famílias) para iluminar o dia de alguém que as encontre. Quem encontrar as pedras pode ficar com elas ou esconde-las de novo para serem encontradas por outras pessoas.

Quando as encontrar pode fazer uma foto para as publicar na nossa página de Facebook, na página de Facebook da escola ou da família que a encontrou, assim quem a escondeu vai ficar satisfeito por fazer que a sua “obra de arte” foi descoberta.

A ideia é criar um movimento que promova a amabilidade e os bons sentimentos e consiga tirar de casa e de junto da tecnologia, filhos e pais, para junto da natureza possam criar verdadeiramente memórias da infância.

Para saber mais, podem visitar a página desta atividade no site Mundos de Vida - VER AQUI

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Envie para casa de cada criança uma pedra (pequeno godo ou seixo arredondado) ou peça a cada família para encontrar um. Peça aos pais para escreverem na pedra uma mensagem sobre um tema que a educadora pode escolher ou sobre o que deseja para o seu filho ou filha. Cada criança deve trazer a pedra na sua mochila para a escola. Depois na escola, faça uma roda e coloque no meio da sala uma bacia com água.

À vez, cada criança aproxima-se da bacia e deve deixar cair a pedra na água para todos conhecerem a mensagem que trouxe de casa. A educadora, ao seu lado, assume o papel de Alcides. Antes que a criança deite a pedra (lê de relance a mensagem na pedra e decora-a). Quando a pedra for deitada pela criança à água e fizer algumas ondas, como acontecia com o Alcides, a educadora lê em voz alta o que a pedra escreveu na água (precisamente a mensagem dos pais) para todas ouvirem.

No fim de ler todas as mensagens, pode colocar as pedras num pequeno cesto ou num frasco ou tina de boca larga, para colocar na entrada da sala ou da escola, para todos os pais poderem também ler as mensagens.

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Os apanhadores de sonhos servem para evitar que os sonhos maus, durante o sono, cheguem junto de uma criança. Ficam presos nos fios da teia até aparecerem os primeiros raios de sol. Os sonhos bons, esses passam pelos buracos da teia e através das penas e das pedras chegam a cada criança.

Com base nesta ideia, depois de se construir um Apanhador de Sonhos, vamos pedir às crianças que pensem nos sonhos maus (medos) que tiveram e também nos sonhos bons que têm. Conforme a idade de cada uma, podemos pedir-lhes para fazerem um registo desse sonho bom ou sonho mau, através de um desenho ou grafismo.

A Educadora ou professora pode fazer um painel na parede (por exemplo, em papel cenário ou cartolina onde de um lado do Apanhador de Sonhos coloca os sonhos maus e do outro os sonhos bons de toda a sala. Se as crianças não souberem escrever, a educadora poderá por baixo do registo da criança descrever por palavras o seu sonho (bom ou mau). Em vez de um painel na parede, pode, à volta do apanhador de sonhos, fazer dois mobiles, onde em cada um pendura os sonhos bons (por exemplo: estrelas) ou os sonhos maus (por exemplo: nuvens escuras) onde coloca os registos e as palavras que os descrevem. VER IMAGEM


Esta atividade é apropriada para jardim de infância e permite trabalhar o sentido do número e a correspondência número-objeto. Veja a foto da atividade, na ligação abaixo. Corte em tecido, felpo ou outro material quatro casacos de pijama. Arranje um conjunto de botões de várias cores e tamanhos, por exemplo 10 para cada casaco de pijama. Faça um dado com apenas os números 1, 2 e 3 (para crianças mais novas). Cada criança lança o dado à vez. Conforme o número que sair, a crianças retira o mesmo número de botões do casaco. Ganha a criança que conseguir retirar todos os número do casaco em primeiro lugar.​Ver IMAGEM


Na história “O Botão Invisível” fala-se de um ouriço cacheiro que afinal era uma alfineteira. E se fizéssemos ouriços-cacheiros na nossa sala…? Não há nada como um passeio pela natureza. Se pode sair da sua escola ou do seu jardim de infância, aproveite o outono para recolher folhas, com elas pode fazer trabalhos magníficos. Desta vez, propomos que apanhe também pinhas (se vive na cidade e não pode, talvez possa pedir aos pais que ao fim de semana vão com os filhos ao campo ou tentar ver num horto ou numa loja de bricolage). Com as pinhas e com plasticina pode criar um conjunto de ouriços cacheiros (não são em tecido como na história “O Botão Invisível” mas são vistosos e pode colocá-los na sala). Pode pedir sugestões de nomes. As crianças gostam deste tipo de trabalho, são fáceis de fazer e ainda pode falar dos seus hábitos como animais que existem no nosso país. Ver IMAGEM


Os botões são objetos de que as crianças gostam. Podem ser usados para introduzir conceitos matemáticos no pré-escolar e 1º ciclo. Nesta atividade, propõe-se que as crianças selecionem objetos de acordo com diferentes critérios criando conjuntos com objetos semelhantes.

Para esta atividade precisa:

- Caixas com diferentes objetos: cor, forma e função.

- Na imagem abaixo, aparecem: botões, ursos de plástico e figuras geométricas.

- 5 ou 6 quadrados de cartolina para criar o espaço onde serão colocados os objetos com os mesmos atributos.

Peça a uma criança ou várias para pegarem num quadrado de cartolina e colocarem, na mesa à sua frente.

Depois indique o critério de escolha dos objetos. Por exemplo: (1) conjunto de 3 botões verdes ou conjunto de três objetos verdes , (3) conjunto de 3 objetos botões quadrados, etc... Num caso, importa só a cor, noutro caso a função (ex: botões) ou noutro caso a sua forma (quadrado, triângulo...). As crianças podem comparar entre si e dizer se todos os conjuntos estão bem organizados e explicar porque alguns possam não estar certos, de acordo com os critérios indicados pela educadora ou professora.

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Proponha a cada criança criar a primeira letra do seu nome feita com botões.

Material:

- Caixa com botões diversos

- Tubo de cola - Cartolina para desenhar os contornos da letra

Na cartolina desenhe os contornos da letra inicial do nome da criança. Por exemplo, “A” de Ana. A criança a seguir cola botões até preencher todo o espaço interior da letra. Construída a letra, agora a criança tem uma letra táctil que pode usar para passar o dedo e sentir a sua forma. Pode trocar letras entre crianças ou pedir para cada uma construir mais letras da mesma forma. Assim, aprenderá o alfabeto com relativa facilidade.

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1. Aprender a contar...

Até onde já sabes contar? Use botões que são um objeto de que as crianças gostam para aprender a contar. Coloque botões dentro de um frasco ou de uma chávena, por exemplo. Arranje outro frasco ou chávena vazia. Peça a uma criança para ir tirando botões, um a um, enquanto os conta, para os passar para o outro frasco ou chávena. Esta atividade ajuda-a na correspondência um a um e preste atenção se ela diz os números corretamente.

2. Criar padrões ou sequências...

Mostre a uma criança um padrão criado com botões, por exemplo AB AB... E peça à criança para continuar tirando um botão de um frasco e colocando-o à frente do padrão dando-lhe sequência. Por exemplo: o padrão ABAB poderá ser baseado na cor: “botão verde – botão amarelo”, “botão verde – botão amarelo”, “botão verde – botão amarelo” ... A seguira criança deveria colocar “botão verde”. Pode fazer outros padrões como: tipo de objeto, forma de objeto... Para além do padrão AB AB, pode trabalhar o padrão ABC ABC ou outros.

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Com esta atividade pretende-se que a criança desenvolva a noção de número e a correspondência número-objeto.

Material:

- Caixa de cartão de ovos

- Pequenas rodelas de cartão com números

- Botões

Coloque no fundo de cada “buraco” dos ovos, um número (para crianças mais novas, por exemplo: 1, 2 ou 3 e para criança mais velhas os números até 10 ou 12). A criança é convidada a colocar dentro de cada “buraco” a quantidade de botões que correspondem ao número que está escrito na rodela de cartão colocada no fundo.

Se usar duas caixas pode fazer o desafio de ver qual é a criança que consegue terminar primeiro e com o maior número de associações corretas.

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Esta atividade pode ser usada em Creche. Nesta idade (por exemplo, sala dos dois anos), as crianças gostam de fazer enfiamentos, separar objetos e organizá-los. O que se propõe nesta atividade é pedir às crianças que separem botões por cores.

Material:

- Pequenos “tupperwares” de diferentes cores, com ranhura na tampo. Ou mais simplesmente copos de cores diferentes (feitos com base num copo normal de papel onde se colou papel autocolante de cores diferentes, se pintaram ou se colou papel de seda ou se pintaram).

- Uma caixa com botões das cores dos copos.

O objetivo é cada criança separar os botões por cores. Parece simples, mas é algo que um criança pequena faz com muito prazer e concentração.

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Construa com as crianças a Árvore dos Sonhos da sua sala. Como acontece na história O Botão Invisível, cada criança pode escolher um botão e associar um sonho a esse botão.

Poderá ser “o que quer ser quando for grande?”, ou então um sonho/desejo de outro tipo, por exemplo: o que gostaria de fazer em casa com a mãe ou o pai, ou qual é comida que gosta mais em casa da avó, etc...

Depois der colocarem os botões, as crianças na roda, à vez, podem carregar no seu botão (ou botões) e dizer em voz alto qual é o seu sonho/desejo.

Poderá no cartão da árvore dos sonhos, associar os botões com uma linha a um nome (ou foto) de cada criança e escrever o seu sonho/desejo.

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Para se realizar esta atividade a educadora ou professora deve convidar uma avó (ou avô) – ou mais que uma, se for possível -, porque na maior parte dos casos será mais difícil (por causa da idade) conseguir que venha uma bisavó (ou bisavó).

A ideia é reproduzir na sala uma parte do ambiente da história “O Botão Invisível”. Na história, são os botões que fazem lembrar memórias da nossa vida.

Assim, para além de fazer o convite, peça que tragam uma peça de roupa usada ou antiga que tenha botões e que tenha um significado na sua vida (que fala lembrar uma história que se passou ou a vida do seu tempo). Por exemplo, pode trazer uma farda, um bibe, uma almofada, um vestido de noiva, etc. etc.

Com essa peça de roupa, a avó ou bisavó (ou avô ou bisavô) deve contar uma história (acontecimentos) relacionada com essa peça de roupa com botões.

Desta forma, as crianças ficam a saber que todos temos uma história de vida e que sem as nossas memórias do tempo dos nossos pais e avós (que passam de geração em geração) a nossa vida teria menos sentido. As nossas memórias, em especial da nossa família, são as nossas raízes.

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As memórias da infância duram para sempre.

A ideia é simples, mas significativa. Que memórias têm os pais da sua infância, que gostaríamos de contar aos filhos? E como querem um dia ser recordados pelos filhos da infância que os filhos tiveram?

A ideia é pedir aos pais que escrevam duas cartas para serem entregues na sala e com todas as cartas fazer-se um painel com o título de “Memórias da Infância”.

Forma do trabalho

Os pais escrevem duas cartas que a educadora/professora depois pode colar numa pequena folha de cartolina colorida para lhe dar mais expressão.

As cartas dos Pais devem começar da seguinte forma:

- Querido filho (ou filha) ou escrever o nome próprio do filho ou filha. E terminar com o nome e assinatura dos pais.

As cartas devem conter no mínimo 3 e no máximo 6 memórias breves mas significativas da infância. Antes de cada memória deve ser colado um botão, como se carregando nesse botão, ele tivesse o poder de fazer aparecer aquela memória. Os pais podem decorar o resto da carta com bocadinhos de papel, tecido, etc...

As cartas que os pais escreveriam seriam as seguintes:

A Carta das Memórias dos teus Pais e a Carta das Memórias dos meus Filhos.

1. A Carta das Memórias dos teus Pais (passadas)

Os pais escrevem na carta algumas das boas memórias que guardam do seu tempo de criança (como brincavam, o que faziam em casa com os pais, de que histórias se lembram, o que faziam em casa ou na rua, o que gostavam de comer em casa dos pais ou avós, etc. etc.) para que os filhos conheçam daquilo que mais gostaram na sua infância.

2. A Carta das Memórias dos meus Filhos (futuras)

Os pais escrevem na carta algumas dos “momentos” que gostariam que fizessem parte das memórias dos seus filhos (onde podem aparecem os pais ou o que eles lhes proporcionaram). Podem ser “momentos” que já aconteceram ou que esperam ainda proporcionar-lhes enquanto são pequenos (desde a idade de bebé até aos 10-12 anos).

Certamente a comparação das duas cartas no painel das “Memórias da Infância” fará pensar os pais no papel que têm na vida dos seus filhos. De facto, as memórias futuras são os momentos que nós criamos hoje.

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Uma festa de fadas sem varinhas de condão é como ir a Roma e não ver o Papa. Para fazer uma varinha de condão "Imagem 1" vai precisar de:

- Pauzinhos redondos ou um pau apanhado no jardim.

- Cartão ou papelão

- Tecido e fitas de seda

- Tinta acrílica.

- Cola normal e/ou cola quente

- Molas de roupa para segurar as fitas durante a colagem

- Brilhantes, joias de plástico, pérolas, etc…

Para construir a varinha de condão da "Imagem 2" vai precisar de um pau do recreio, fios de lã de várias cores e felpo. Esta varinha de condão é mais fofa e talvez fique bem em creche.

Para fazer os motivos para colocar no topo da varinha de condão pode usar a forma de estrelas ou outras: de lua, de coração, ou figuras geométricas.

Esta atividade pode ser feita na escola (mas também pode ser feita em casa. Neste caso, exponha na entrada da sala imagens de exemplos para inspirarem os pais).

A varinha de condão é um elemento que pode usar com outros adereços e outras atividades.

Com a varinha de condão pode fazer desfiles e participar em jogos (descritos noutras sugestões), canções ou pequenos teatros.


Esta é uma atividade que pode realizar a par de outras porque é muito simples de fazer e as crianças vão adorar. Apenas precisa de pauzinhos de gelado, papel de seda e cartolina.

Cada criança fica com a sua fada que pode segurar no pauzinho. Na parte debaixo, estão pintados os sapatos e na parte de cima a cara. Com o papel de seda faz-se o vestido atado com um fio a fazer de cinto e as asas são de cartolina em cor a combinar. Também poderá com um fósforo de madeira criar uma varinha de condão (que não está na foto). Mas o melhor é ver, a imagem, diz tudo.

Estas fadas podem ser usadas para pendurar dentro do frasco da atividade das fadas-ajudantes. Ver IMAGEM pdf.


O desafio é criar cinco fadas. Fazer as 5 fadas-ajudantes dentro e colocá-las dentro de um frasco.

Pode criar cinco fadas diferentes para simbolizar a fada-dos-dentes, a fada-dos-cordões, a fada-da-cara-feia, a fada-do-não e a fada-dos-abraços.

Pode usar a técnica que quiser, em papel, tecido, sedas ou cartolinas (ou, então, use as fadas da atividade “fadas de pauzinhos de gelado”.

As fadas devem ter um tamanho que caibam dentro dos frascos de compota que tiver arranjado. Esta atividade pode ser feita na escola ou também com a ajuda das famílias.

Uma boa alternativa “mais convivial” é programar uma oficina (workshop) aberta aos pais na própria sala onde eles podem vir ajudar a fazer as fadas-ajudantes.

A educadora ou professora pode previamente pedir às mães uma foto tipo-passe (ou cópia) e com as fotos colá-las no lugar da cara de uma fada (estilo da atividade das fadas dos pauzinhos de gelado), esta passaria a ser a fada-boa-da-casa de cada criança.

EStas fadas podem ser usadas para se fazer um ou vários “mobiles”, onde aparecem penduradas todas as fadas-boas da sala (todas as mães).


A educadora ou professora faz um painel onde é criada a imagem de cada uma das fadas ajudantes da história. Poderá ser em cartolina com enfeites em papel de seda, por exemplo.

Cada uma identificada com o seu nome. Cada família escreve um bilhetinho a cada uma das fadas ou às fadas de quem mais precisa de ajuda, explicando o pequeno problema ou tipo de ajuda que precisam para o seu filho, dentro das “competências” de cada fada.

Esta atividade pressupõe que as famílias conheçam a história ou lhes seja explicado o papel de cada uma das fadas-ajudantes.

Os bilhetinhos dos pais com os pedidos, seriam aplicados no painel à volta de cada fada-ajudante ou colocados dentro de um frasco de compota em frente de cada uma.


Pede-se a cada pai que traga de casa uma ficha elétrica que pode já ser usada ou velha até um determinado dia.

Com as fichas, a educadora ou professora faz um painel em que aplica em cada ficha uma ponta de cordel a imitar um fio elétrico.

Na ponta de cada fio, vai ser colocado um cartão. Nesse cartão (de cartolina, por exemplo), cada família escreve que dia escolhe para o Dia das Fichas Desligadas (deverá ser até ao fim do mês de novembro).

E escreve também o que pensa fazer (ler um livro é obrigatório, podendo acrescentar algo mais: caminhar pela natureza, confecionar um bolo em conjunto, fazer uma visita a alguém, oferecer alguma coisa a quem precisa, etc....).

Depois de realizada a atividade do Dia das Fichas Desligadas deverá entregar na sala foto três fotos da atividade realizadas: (1) foto a lerem um livro para o filho ou filha, (2) foto da atividade complementar e (2) foto da gaveta ou caixa onde guardou o telemóvel durante aquele tempo.

A educadora ou professora poderá, então, acrescentar as fotos ao painel mostrando que os pais cumpriram as promessas feitas.


As varinhas de condão depois de feitas na sala ou em casa podem ser expostas num painel da escola, durante algum tempo, quando estiverem prontas, com o título "A magia acontece..." ou semelhante.

Nesse dia, pode-se convidar os pais a passarem a escrito um desejo que querem que se realize para os seus filhos, para ser atado à sua varinha de condão.

Para facilitar, a educadora ou professora pode entregar aos pais, no dia anterior, já o cartão em branco no tamanho apropriado, para que escrevam a mensagem e a decorem a seu gosto para ser atada à varinha de condão do seu filho.


Neste jogo na forma de estafeta, as crianças são divididas em dois grupos.

Imagine as fadas que têm de atravessaar um lago e só têm duas folhas de nenúfar para o fazer. Este é o objetivo do jogo.

As equipas recebem duas folhas de cartolina (tamanho A4 ou outro tamanho que entenda mais adequado) que simbolizam duas folhas de nenúfar.

Cada equipa recebe folhas de uma cor diferente. Por exemplo, uma equipa recebe duas folhas verdes e outra duas folhas castanhas.

Marque a linha de partida. Do outro lado da sala, coloca-se uma cadeira, um vaso ou outro objeto que as crianças têm de contornar.

Quando a educadora ou professora disser: “começar”, partem, ao mesmo tempo, duas crianças, uma de cada equipa.

As crianças têm de colocar à sua frente uma das folhas. A seguir, avançam colocando os pés em cima da folha (durante o percurso não podem colocar os pés fora da folha da sua cor). Nesse momento, apanham a outra folha e colocam-na à sua frente para poderem avançar, o que fazem colocando os pés em cima dela e assim sucessivamente até contornarem o obstáculo e chegarem à linha de partida.

Nesse momento, partirá, então, outra criança da equipa que tem de avançar da mesma forma, até todas as crianças fazerem o percurso. Quando as crianças entregam, na linha de partida, as “folhas de nenúfar” à próxima, as duas têm de dizer: “Eu acredito em fadas”, antes da nova fada começar o percurso.

A equipa que terminar em primeiro lugar ganha, mas ambas recebem palmas e o mesmo prémio (se houver).

Em vez de usar duas folhas de cartolina, pode usar duas almofadas de cadeira. E quiser dar mais “drama” ao ambiente pode colocar no chão um percurso (imitando um rio), feito de toalha de proteção de mesa ou de papel de cenário, e, ao lado, colocar "animais e peixes assustadores" (recortes em cartolina preta de crocodilos, tubarões, peixes-espada, etc…).


A Fada dos Abraços enviou um presente para todas as crianças!

Previamente, dentro de uma caixa, coloque uma prenda (guloseimas, pequenos brinquedos, o que quiser… desde que cheguem para todos).

Embrulhe a caixa do presente com tantas folhas quantas as crianças que tem na sua sala. Entre cada folha de papel (podem ser variadas: de jornal, de seda, de embrulho…) coloque um cartão com uma mensagem que diz o que a criança tem de fazer para que a próxima criança possa continuar a desembrulhar o presente.

As mensagens devem ser adaptadas à idade das crianças (dar dois saltos, andar à volta duas vezes, dar um beijo ou um abraço a um amigo, ir buscar algo, cantar, fazer uma cara num papel,…). No fim de fazer a ação, a criança deve dizer “Eu acredito em fadas!”

Nesse momento, a criança apanha com a mão de uma caixa alguns brilhantes/papelinhos e vai deitá-los em cima de uma das crianças que está sentada na roda. Essa criança é a escolhida para continuar a desembrulhar o presente. E assim continua até à última folha. Antes de destapar a caixa, as crianças agora, todas ao mesmo tempo dizem “Eu acredito em fadas!”

No final, distribuem-se a todos os presentes da Fada dos Abraços.


Este trabalho pode ser feito também por crianças pequenas.

Pode usar flores ou, nesta época do ano, folhas de várias formas e cores: vários tons de verde, castanho, amarelo, vermelho, rosa, violeta… Também pode usar pauzinhos e pedrinhas. Esta atividade é muito pessoal e contribui para o desenvolvimento criativo de cada criança….

Primeiro, pode apanhar folhas com as crianças (e flores se houver) e também pauzinhos e pedrinhas (um dia cá fora - se possível mesmo fora da escola - é sempre um grande momento).

Pode fazer como a menina sardenta da história da Missão Pijama deste ano e colocar no braço de cada criança fita cola larga virada ao contrário (com a superfície que cola orientada para o exterior).

Assim, durante uma “visita de campo”, as crianças podem apanhar folhas e pauzinhos e colocar no braço, como se fosse uma pulseira, para trazer para a sala, para além de outras que juntem numa cesta da escola.

Na sala, cada criança, numa folha, desenha os contornos de uma fada com as suas asas. Depois preenche os espaços, colando bocadinhos de flores, folhas, pauzinhos, pedrinhas…

No final, ficarão encantadoras e pode fazer um painel para decorar a sua sala. Para crianças maiores, podem fazer um painel colaborativo (2-4 crianças ao mesmo tempo) em que podem desenhar várias fadas e uma paisagem, numa cartolina ou papel cenário, e, depois, com os mesmos materiais fazer uma espécie de mosaico mágico.

Ver exemplo, em imagem.


Todas as atividades propostas no site (exceto esta) são de fácil execução.

No entanto, não quisemos deixar, para as mais audaciosas ou simplesmente para regalo dos olhos, mostrar 25 exemplos de casas de fadas inspiradoras.

Algumas não serão difíceis de realizar, mas exigem sempre mais cuidado e atenção, outras demorariam bastante tempo a criar ou precisariam de recursos mais significativos… Umas são feitas em troncos de árvores, outras são portas de fadas espalhadas pelo jardim, umas são feitas em vasos e outras em chávenas de chá…

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Para quem gosta de plantas e quer levar a natureza para dentro da sala, esta proposta é de fácil execução.

É uma espécie de arranjo natural dedicado às fadas.

Simplesmente tem de arranjar frascos de compotas ou de rebuçados e algumas pedras e musgo. Depois, tem de procurar algumas plantas de pequeno porte. Fazer uma visita a um pequeno horto talvez seja a melhor solução...

Claro que também pode ir ao seu jardim ou dar uma volta por um bosque para apanhar aquelas plantas que lhe faça lembrar um jardim de fadas. Depois. pode colocar lá dentro uma frase bonita e inspiradora... VerIMAGEM pdf.


Como não podemos visitar o país das fadas, podemos construir dentro da sala a “Terra das Fadas”.

Esta atividade tem natureza de grupo, uma vez que, para além das crianças poderem construir elementos individuais, no final serão todos colocados juntos criando-se uma obra coletiva.

Aqui, o elemento central é uma grande caixa de papelão (de um frigorífico, máquina de lavar, ou duas juntas...) que vai fazer o fundo do cenário da “Terra das Fadas”.

Desenhe uma planta, onde o elemento central podem ser dois lagos ligados por um rio. Depois, nos quatro cantos crie zonas naturais ou habitadas: aldeia das fadas, floresta com árvores, casinhas, fadas ...

Tudo isto feito com materias simples ou naturais: cartolina, tubos de papel higiénico, seixos pintados, cascas de pinheiro, musgo, pedrinhas...

Algumas das casinhas da Terra das Fadas podem se feitas com formas de papel de queques (conforme outra proposta de atividade que pode aproveitar e realizar).

Tudo pronto... as crianças podem brincar na sua Terra das fadas! 

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Com caixas de sapatos ou outras caixas pequenas de cartão pode criar casas de fadas, usando também matérias naturais como folhas, recortes de papel e tinta.

Sendo mais pequenas as caixas, poderá fazer mais do que uma, trabalhando com as crianças em pequenos grupos.

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Estas casas podem ser usadas dentro da sala ou no exterior e, como são grandes, as crianças podem entrar e lá dentro brincar ao faz de conta, no papel de fadas...

Para construir estas casas grandes precisa de caixas de cartão de frigoríficos, de máquinas de lavar (para a casa) e outras mais pequenas para fazerem de floreira.

Como opção (ver nas imagens) pode usar só papel de seda: para o telhado (fitinhas), para fazer "enormes flores" para decorar a parede e flores de tamanho normal em papel para a floreira. Esta casa ficaria também muito bem em creche, porque é muito “fofinha”. 

Também pode montar uma casa de fadas com partes de caixas de grandes eletrodomésticos e depois pedir às crianças (de jardim ou do 1º ciclo) para pintarem as paredes com elementos florais. Imagine o resultado final quando as crianças vestidas de fadas estiverem ao lado destas grandes casas .... Ver IMAGEM pdf.


Em alternativa a uma casa das fadas feita em papelão, pode optar por um modelo ainda mais “fofo”, criando uma casa com base em tecido.

Este projeto pode realizar-se através da criação da "casa-tenda" das fadas, feita com paus, tecido e no caso da imagem-exemplo usa-se para o fundo um tapete em malha ou em chrochet.

É apenas mais uma forma, a juntar a tantas outras possibilidades de fazer casas de fadas. Ver imagem PDF.


Esta atividade é simples e tem uma grande vantagem. Todas as crianças podem trabalhar individualmente e cada uma pode construir a sua própria casa de fadas.

De material apenas precisa de folhas de papel e formas de queques. 

A educadora ou professora corta tiras de papel onde pode desenhar as janelas e portas para as crianças recortarem e pintarem. 

No fim, enrola a tira de papel e colam as pontas formando um cilindro. 

No topo, aplica-se uma forma de queque que foi também pintada para fazer de telhado. Para ficar mais segura, cole o telhado ao corpo circular da casa. 

Estas casas podem ser usadas na “atividade Terra das Fadas” para construir as aldeias das fadas. 

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Esta atividade é uma grande experiência para pais e filhos. A primeira parte é para ser feita em casa. Entregue uma folha A4 a cada família e junte a explicação de como devem proceder. Esta atividade serve para creche, jardim e escola de 1º ciclo. Os pais, emcasa, na folha, devem escrever uma carta dirigida aos seus filhos, começada por "Querido/a .... (nome da criança)" e assinada no final com o nome dos pais. Os pais devem, obrigatoriamente, escrever no texto da carta as palavras mágicas: "obrigado", "por favor" e "desculpa". No final de escreverem a carta, podem decorá-la à volta com desenhos, cores ou colagens. Devem trazer este trabalho para a escola, uns dias antes do Dia Nacional do Pijama. A professora ou educadora afixará todas as cartas (que podem receber uma moldura de cartolina de 2/3 cm) num painel, a que pode dar o nome de "Dia Nacional do Pijama - Uma criança tem direito a crescer uma família". Esta atividade é surpreendente e terá um resultado muito bonito e positivo.

Material necessário: papel, tinta, cores ou cola


Esta atividade é simples de organizar, tem grande efeito, aproxima e envolve as famílias. A ideia é construir a Grande Teia dos Desejos de todas as criança e famílias da sala ou da escola. Para isso, a educadora ou professora deve enviar para cada família, uns dias antes de construir a teia, uma ou duas fitas (de cores claras) tipo seda com cerca de 30-40 cm de comprimento e cerca de 1,5 a 2 cm de largura. Peça aos pais para escreverem, em casa, na fita, com marcador ou esferográfica, um desejo, em poucas palavras, para o seu filho ou filha ou do seu filho relativamente às crianças do nosso país. Por detrás da fita, devem escrever o nome do seu filho ou filha. Na entrada, na sala, ou no jardim, entre colunas ou entre os aros de uma porta-janela, por exemplo, a educadora ou professora deve construir uma grande teia com fio de cordel ou semelhante. No dia indicado, os pais devem trazer as fitas de “seda” com as frases para a escola. Como se fossem “insetos”, as fitas vão ficar coladas na teia. Se fizer um pouco de corrente de ar, as fitinhas vão esvoaçar ao vento, presas à grande "Teia dos Desejos da Escola" VER IMAGEM.

Material necessário: seda ou outro tecido semelhante, cola e fio de cordel ou fita


As histórias de pedras proporcionam às crianças momentos que mostram bem a sua capacidade de imaginação. No livrinho Histórias de Pedras que foi enviado como Kit Educativo da Missão Pijama de 2015, pode ver-se como se fazem e como se podem utilizar as pedras de histórias. As pedras, cada uma com a pintura de um objeto, figura ou animal diferente, são excelentes pontos de partida para se criar uma história (as pedras pintadas ficam mais bonitas mas também se pode usar a técnica da colagem que é mais simples, envernizando a figura, no final, para lhe dar mais resistência). O ideal, nesta atividade, para uma sala seria ter 50 a 60 pedras (duas por cada criança) mas metade também funcionará bem. O objetivo é utilizar as pedras para se contar uma nova história. Na sua vez, cada criança deve tirar, à sorte, uma pedra de dentro de um cesto, de uma caixa ou de um saco. A primeira criança dirá “Era uma vez, …” e começa a contar, incluindo na sua fala, o que está representado na sua pedra. A seguir, a próxima criança continua tirando à sorte outra pedra. Dará seguimento à história mencionando na sua fala o que vê na pedra que lhe calhou e assim continuarão, sucessivamente, todas as crianças, até sair a última pedra que finalizará a história. Da próxima vez que realizar a atividade da História de Pedras, mesmo que use as mesmas pedras, a história terá um outro rumo, pois sendo as pedras tiradas à sorte, a sua sequência determinará um fio narrativo novo e diferente. VER IMAGEM

Material necessário: pedras de seixos rolados, tintas, vernizes, papel, saco ou caixa


Esta pode ser uma atividade de campo de ciências ou de estudo do meio.

Orientações:

- Procure uma teia de aranha desocupada. Observe-a cuidadosamente durante vários minutos. Veja se consegue encontrar a aranha a quem pertence a teia. Há insetos presos na teia? Há algum saco de ovos? Continue a inspecionar a teia durante alguns dias, antes de a considerar vaga para o projeto.

- Coloque folhas de papel de jornal no chão debaixo da teia.

- Com o spray espalhe e cubra a teia bem com laca.

- Segure a folha de cartolina preta por baixo da teia numa posição plana e empurre levemente a cartolina até a teia ficar colada ao papel.

- Corte o excesso da seda da teia.

- Olhe para a teia, o que acha interessante? Serão todas as teias iguais?

- Para saber mais sobre as propriedades e uso das teias das aranhas, pode pesquisar na internet, juntamente com as crianças.

Material necessáriofolha de cartolina preta, folhas de jornal, laca de cabelo em spray, uma teia de aranha (desocupada).


Com pratos de papel ou cartolinas pretas faça o corpo e a cabeça de uma aranha-de-jardim. Na cabeça cole oito olhos e no corpo circular cole números de 1 a