Há abraços que transformam uma vida ®


Ideias - ATIVIDADES lúdicas

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  • 1. Balão Saltitante - Esparguete de Piscina (NOVA)
  • 2. Equilibrista - Esparguete de Piscina (NOVA)
  • 3. Equilibrista - Esparguete de piscina - VARIANTE (NOVA)
  • 4. Larga e Apanha - Esparguete de Piscina (NOVA)
  • 5. A armadilha das fitas (NOVA)
  • 6. O sopro mágico (NOVA)
  • 7. Grande pescaria (NOVA)
  • 8. Apanhador de Sonhos Decorativo para Creche
  • 9. Bichano, Bichaninho, Meu Rico Gatinho!
  • 10. Rebenta o Balão!
  • 11. Abanar o Rabo até Perder as Penas
  • 12. Quem tem o Botão? 
  • 13. Relógio de Botões 
  • 14. Criar Fio com Pingente de Botões 
  • 15. Criar Pulseiras de Botões 
  • 16. Ouriço Cacheiro de Molas 
  • 17. Apanhar Botões de Frascos 
  • 18. Jogo “Salta o Botão” 
  • 19. Coração de Botões 
  • 20. Decorações com Botões 
  • 21. Botões: Enfiamentos e empilhamentos 
  • 22. Construir asas de fadas com cabides e meias-calças
  • 23. Construir asas de fadas de papelão 
  • 24. A colher de madeira das fadas 
  • 25. Jogo da apanhada da fada-diabrete 
  • 26. Fashion show de fadas 
  • 27. Apanhar flores para as fadas 
  • 28. As fadas adormecidas 
  • 29. As fadas apanham o gnomo 
  • 30. Quem roubou o anel da fada? 
  • 31. Os balões das fadas fazem pum-pum 
  • 32. A varinha de condão partida 
  • 33. A estafeta das fadas vestidas 
  • 34. Procurar diamantes e anéis de fada 
  • 35. Jogo de Cartas das Fadas (para o ar livre) 
  • 36. Jogo das unhas pintadas
  • 37. Salto aos donuts em pijama
  • 38. Uma verdadeira aranha princesa
  • 39. Uma teia que apanha bolas de papel
  • 40. O chapéu das oito patas
  • 41. Somos uma teia de aranha
  • 42. A teia de aranha das prendinhas
  • 43. Aranha de pratos
  • 44. Jogo da teia de aranha
  • 45. O cobertor saltitante
  • 46. Que sombra é esta?
O Dia do Pijama está associado a carinho, a ternura, mimo e porque não a coisas “fofinhas”. Por isso lembramo-nos de propor 4 atividades com base no uso do “esparguete das piscinas” (tubos de esponja). São coloridos, económicos e as crianças gostam da sensação de leveza.

Esta atividade é o “Balão Saltitante”. É uma atividade simples, mas muito entusiasmante que as crianças adoram. Nesta atividade cada criança (grupo de 4) segura um “esparguete de piscina”. Quando estiverem prontos (num local amplo, dentro da sala ou no recreio) a professora larga um balão no meio deles e diz “Agora!”). Os quatro tentam acertar no balão (não precisa de ser à vez e vão ajudando-se uns aos outros) com o objetivo de não deixarem cair o balão ao chão. (A ligação para o vídeo em baixo mostra a atividade ao vivo).

O grupo que conseguir que o balão esteja no ar mais tempo ou que acerte no balão mais vezes sem ele cair no chão é o vencedor. Se houver vários grupos com o mesmo número podem fazer uma final. VER VÍDEO


O Dia do Pijama está associado a carinho, a ternura, mimo e porque não a coisas “fofinhas”. Por isso lembramo-nos de propor 4 atividades com base no uso do “esparguete das piscinas” (tubos de esponja). São coloridos, económicos e as crianças gostam da sensação de leveza.

Esta atividade é o “Equilibrista”. Para se preparar esta atividade deve-se marcar no chão a partida e a chegada na sala ou no recreio. As outras crianças podem sentar-se no chão fazendo duas filas, fazendo de claque batendo palmas ou a cantar. Jogam dois a dois. Partem lado a lado, segurando com as mãos o “esparguete da piscina” que leva em cima um prato (pode ser de papel ou plástico da área da pintura). 

Ganha o que chegar primeiro à meta sem deixar cair o prato. Depois de todos participarem na primeira ronda, podem concorrer os vencedores numa eliminatória seguinte, até restarem duas crianças que concorrem na final para saber quem é a vencedora (a ligação para o vídeo em baixo mostra a atividade ao vivo). VER VÍDEO


O Dia do Pijama está associado a carinho, a ternura, mimo e porque não a coisas “fofinhas”. Por isso lembramo-nos de propor 4 atividades com base no uso do “esparguete das piscinas” (tubos de esponja). São coloridos, económicos e as crianças gostam da sensação de leveza.

Esta atividade é o “Equilibrista” (variante). É semelhante ao Equilibrista mas as duas crianças em vez de partirem do mesmo local em direção à meta, partem de locais opostos e cruzam-se na meio do percurso. Como no equilibrista para se preparar esta atividade deve-se marcar no chão a partida e a chegada na sala ou no recreio. As outras crianças podem sentar-se no chão fazendo duas filas, fazendo de claque batendo palmas ou a cantar. Jogam dois a dois. Partem de lados opostos, segurando com as mãos o “esparguete da piscina” que leva em cima um prato (pode ser de papel ou plástico da área da pintura). As duas crianças vão-se cruzar, neste caso, o objetivo é quando se cruzarem fazerem um ligeiro movimento com a anca batendo ligeiramente na anca da outra criança, com o objetivo de a desequilibrar para deitar o seu prato o chão, mas de tal forma que não deixe também cair o seu prato. Por isso, não poderá ser um encosto com muita força, deve ser mais procurado o jeito.

Ganha a que chegar ao fim com o seu prato em cima do esparguete e a outra criança tiver deixado cair o seu prato (a ligação para o vídeo em baixo mostra a atividade ao vivo). VER VÍDEO


O Dia do Pijama está associado a carinho, a ternura, mimo e porque não a coisas “fofinhas”. Por isso lembramo-nos de propor 4 atividades com base no uso do “esparguete das piscinas” (tubos de esponja). São coloridos, económicos e as crianças gostam da sensação de leveza.

Esta atividade é o “Larga e Apanha” (variante). É uma atividade simples, mas muito entusiasmante que as crianças adoram. No chão marcam-se quatro pontos (assinalados com um “X”) feita de fita adesiva de papel (de pintor) ou plástica. Devem estar à distância de 1 metro e meio (se as crianças forem pequenas) ou um pouco mais se forem maiores. A atividade é realizada em grupo. Cada grupo é formado por 4 crianças. É dado a cada criança um “esparguete de piscina”, no seu tamanho normal. Objetivo é ao sinal da educadora ou professora que pode dizer “agora!”, cada criança ouvindo sinal larga o seu esparguete deixando-o ficar em pé e corre para o lado (todos na mesma direção) e tenta a apanhar o esparguete que a criança ao seu lado deixou em pé, sem o deixar cair (a ligação para o vídeo em baixo mostra a atividade ao vivo).

O objetivo é ver qual é o número de vezes que os quatro elementos mudam de posição sem nenhum deixar cair o esparguete durante um número seguido de vezes em que a professora diz “Agora” (por exemplo: 10) ou durante um determinado tempo (por exemplo: 1 min). O grupo de 4 crianças que conseguir mudar de posição sem deixar cair o esparguete mais vezes é o vencedor. Se houver vários grupos com o mesmo número podem fazer uma final. VER VÍDEO


Queres ir ao quarto buscar o teu brinquedo favorito, mas a tua mãe montou uma armadilha que tens de conseguir passar sem ela perceber. O mais difícil poderá ser preparar o cenário, porque a diversão essa está garantida. Com fitas de papel ou de tecido, colocadas na horizontal ou na oblíqua presas a paredes, armários ou mesas crie um percurso onde cada criança em pijama tem de passar sem bater nas fitas. Cuidado! A educadora ou professora, primeiro, faz passar três vezes todas as criança, uma de casa vez. As crianças que fizerem um melhor percurso e tiverem o mesmo resultado (aquelas que não baterem ou menos tocarem nas fitas) passam a constituir um novo grupo mais pequeno de crianças que volta a competir até se apurar o vencedor. VER IMAGEM


Será que cada criança consegue soprar sem que uma bola não caia e chegue ao fim do percurso? A ideia é simples e as crianças ficam entusiasmas por tentarem e conseguirem. Faça um fila com copos cheios de agua. Fala uma fila com os copos encostados uns aos outros. O tamanho da fila depende da idade da criança, se forem pequena coloque menos copos e coloque mais copos se forem mais velhas.

A ideia é cada criança colocar uma bola de pingue pongue em cima da água do primeiro copo e ao sinal de partida soprar para que a bola passa para o próximo copo. O objetivo é passar de copo em copo até chegar ao final. Pode estabelecer uma regra que a criança tem de começar do início se a bola cair. Pode também organizar duas filas de copos e fazer a competição a pares.

O primeiro em cada partida fica selecionado para competir com outro vencedor de uma eliminatória e assim sucessivamente até ficarem apenas dois concorrentes para se conhecer o vencedor.


Essa atividade é ótima para os mais pequenos! Precisa apenas de uma caixa de papelão (pode ser uma caixa grande de ovos também), um pauzinho, gancho (pode ser feito com clips) corda ou barbante e fio ou cordel. Faça cortes em ‘V’ na caixa, amarre a corda no pauzinho e recorte pequenos peixes na cartolina. Pode pedir às crianças para pintarem um fato de pijama nos peixes. Não esqueça de fazer furos nesses peixinhos. Em seguida, dobre o clip, formando um pequeno gancho e prenda-o no fio com um nó. Depois, é começar a pescaria.

Cada criança deve tentar apanhar um peixe com a sua cana de pesca e encaixá-los nos cortes da caixa. Será vencedora a que pescar mais peixes num determinado tempo (pode usar uma ampulheta) ou então pode fazer duas canas de pescar e dar a partida às duas crianças ao mesmo tempo para ver qual delas pesca mais peixes. VER IDEIA


As crianças mais pequenas merecem e podem participar, mesmo quando ainda são bebés. Pode sempre realizar atividades sensoriais sobre ambientes da história, mas também pode decorar as salas dos mais pequeninos, para pendurar sobre os berços ou na entrada da sala. Escolhemos materiais e cores muito suaves e fofas que conferem ao espaço das crianças um sentimento de ternura e felicidade. Assim, só poderão ter sonhos bons. VER IDEIA


É um jogo simples, divertido e que estimula a convivência e a representação.

As crianças dispõem-se em roda. Uma criança oferece-se para fazer de gatinho e vai para o meio da roda e coloca-se em posição de gatas. Depois aproxima-se de uma criança e quando está muito perto (para ela lhe poder fazer festas com a mão) imita um gato, com um miar prolongado e doce (ou do jeito que quiser): - Miau, miau! Ao mesmo tempo, a criança em frente põe a mão na sua cabeça ou na sua cara e diz: - Bichano, Bichaninho! A criança que faz de gatinho, tenta fazer rir, com jeitos de gato, encostando o corpo, abanando o rabo ou com outras expressões, enquanto repete: - Miau, Miau!

A que está sentada em frente, continua a dirigir-se ao gato e diz: - Meu rico gatinho! Se a criança que está a acariciar e a falar com o gato se começar a rir, troca de lugar com o gato e continua o jogo. Se ficar séria durante todo o tempo, o gato vai ter com outra criança e começa de novo.

O objetivo do jogo é fazer rir quem faz festas ao gato. Neste jogo também podem participar os adultos. VER IMAGEM


Antes do jogo começar, coloque dentro de cada balão um rebuçado ou uma goma. A seguir, encha o balão e ate-lhe um fio.

Como jogar?

- Dá a cada criança um balão e ajuda-a a atar ao tornozelo.

- Começa o jogo. As crianças andam a volta da sala a tentar pisar o balão de outra criança para o rebentar. Se conseguir, essa criança fica fora e a que rebentou o balão ganha a guloseima que estava dentro.

- Este jogo é uma espécie de pinhata de balão.

- O jogador que chegar ao fim com o balão que não rebentou é o vencedor.

- Convém ter guloseimas para as crianças que não conseguiram rebentar nenhum balão, é uma espécie de prémio de consolação (pela participação).

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Os papagaios costumam mudar as penas. Este processo permite que as aves deixem cair as penas antigas que são substituídas por uma nova plumagem. Nos papagaios a muda acontece a cada um ou dois anos.

O mesmo se passa com o Quincas. Para nos mostrarmos simpáticos e solidários com o nosso amigo, vamos propor uma atividade em que também mudamos de penas.

Para isso, arranje quatro caixas parecidas com a caixa de lenços Kleenex, caixa de luvas descartáveis, ou de sapatos de crianças pequenas. Fala uma abertura na parte frontal da caixa (como na imagem abaixo). Arranje também um cordel para segurar a caixa para que fique atrás das costas atada à volta da barriga. Dentro da caixa coloque bastantes penas coloridas. Teste o tamanho das penas para ver se funciona bem.

O objetivo é as caixas a quatro crianças (ou mais se tiver mais caixas). Eles terão de andar pela sala a abanar o rabo para que as penas caiam todas ao chão. Pode por uma música a acompanhar.

Quando todos conseguirem, chame mais crianças para serem elas a seguir a fazer de Quincas! VER IMAGEM


Trata-se de uma atividade onde participam todos sentados num círculo. As crianças fecham os olhos e põem as mãos abertas atrás das costas. A professora ou educadora dá a volta ao circulo, deixa o botão do Pijama do Quincas, sem ninguém ver, nas mãos de uma criança e vai sentar-se de novo e diz:

“Abram os olhos e ponham as mãos fechadas à vossa frente”.

A professora ou educadora começa dizendo o nome de uma criança (que não seja o nome da criança onde deixou o botão) e inicia uma espécie de canto/cantilena.

Por exemplo, chama pela Joana! E diz:

- Joana!

A Joana responde:

- Quem eu?

A professora diz.

- Tu tens o botão!

A Joana responde:

- Não tenho não! (e abre as mãos para confirmar, as outras crianças continuam com as mãos fechadas à sua frente).

Logo de seguida, todos dizem:

- Quem tem, então?

Agora, passa a ser a Joana a chamar o nome de outro menino da sala, para tentar adivinhar quem tem o botão. Por exemplo, o Ricardo. E diz:

- Ricardo!

O Ricardo responde:

- Quem eu? 

E a cantilena continua... Até que se descobre quem tem o botão, essa criança em vez de dizer: “Não tenho não!”, diz: “Está na minha mão!” E mostra. O jogo pode continuar do princípio, se foi por exemplo o Pedro que adivinhou, é ele agora que vai andar à volta do círculo para escolher uma das crianças onde vai colocar o botão, sem ninguém ver, e o jogo começa e continua da mesma forma. Para crianças mais pequenas, uma auxiliar pode inicialmente ajudar a modelar o jogo, sentando-se sucessivamente ao lado da criança que é chamada para a ajudar a responder e a nomear outra criança. VER IMAGEM


Pode construir um bonito e personalizado relógio de botões para a sua sala. Para isso precisa do seguinte material:

-Botões de várias cores e formas (12)
-1 relógio tipo despertador barato (de uma loja chinesa, por exemplo)
-1 bastidor de madeira para fixar o mostrador de tecido
-Um pouco de tecido à escolha (chita, tipo alinhado, serapilheira, etc...)
-Linha e agulhas (se coser ficará com um ar mais artesanal mas também pode simplesmente colar os botões).

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Há botões de mil formas e cores. As crianças adoram trabalhar com botões. Peça às crianças para trazerem botões para a escola. Utilize tecido, papel ou outros materiais para fazer algumas aplicações nos botões, usando cola por exemplo. Aplique um fio ou um cordão e já está: acabou de fazer um fio único que pode usar juntamente com uma pulseira de botões (ver noutra atividade). E até pode fazer uma passagem de modelos com pulseiras e botões na sala e fazer umas belos fotos.

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As crianças adoram trabalhar com botões. Há botões de mil formas e cores. Peça às crianças para trazerem botões para a escola. Coloque disposição das crianças várias fios de várias cores, por exemplo de lã. As crianças podem escolher botões e aplicar os fios de forma criativa (ver imagem). Pode depois usar as pulseiras juntamente com um fio de botões (ver noutra atividade). E até pode fazer uma passagem de modelos com pulseiras e botões na sala e fazer umas belos fotos.

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Na história “O Botão Invisível” fala-se de um ouriço cacheiro que afinal era uma alfineteira. E se fizéssemos ouriços-cacheiros na nossa sala (noutra atividade é feito com molas de madeira). Pode pedir às crianças para trazerem molas de roupa de madeira de casa ou pode comprar algumas numa loja chinesa, são baratas e dão sempre jeito para várias atividades. Com cartão ou papelão (onde pode desenhar o corpo) e com as molas pode criar um conjunto de ouriços cacheiros (não são em tecido como na história “O Botão Invisível” mas são vistosos e pode colocá-los na sala). As crianças podem pintar o “ouriço cacheiro” na sua cor acastanhada normal ou um mais divertido usando todas as cores disponíveis. Pode As crianças gostam deste tipo de trabalho, são fáceis de fazer e ainda pode falar dos seus hábitos como animais que existem no nosso país.

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Esta é uma atividade simples, mas que é muito divertida e pode envolver toda a sala. Pode montar uma atividade para uma criança (e todas fazerem-na à vez) ou montar duas atividades iguais ao lado uma da outra, podendo participar duas crianças com o objetivo de ver qual é que consegue acabar em primeiro lugar.

Atividade 1 – Apanhar botões de um frasco

Arranje um frasco grande de vidro ou plástico transparentes, com boca larga onde possa entrar a mão de uma criança (também pode ser um frasco de guardar rebuçados de boca larga). Encha o frasco com água e coloque no fundo vários botões coloridos. Se optar por jogarem duas crianças ao mesmo tempo, prepare dois frascos. O objetivo é ao sinal de “começar” a criança conseguir apanhar todos os botões: parece fácil mas não assim tão fácil. É divertido e desenvolve a motricidade fina.

Atividade 2 – Apanhar botões de uma bacia

Uma alternativa à água (que é transparente e a criança poder ver os botões) um pouco mais difícil é usar uma bacia. Em vez de águia, coloque farinha, arroz ou massa, misturando os botões (por exemplo: seis botões). Agora, deve dizer à criança que tem de encontrar os seis botões com as mãos. Como na versão anterior, aqui também pode fazer uma atividade individual ou uma competição a pares.

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É um jogo de movimento para crianças em idade de creche e de jardim de infância.

Material:

- Cartão ou papelão e papel colorido

- Marcador

- Tesouras

- Bacia ou tampa para desenhar o botão

Faça alguns botões gigantes, pintando, colando papel colorido ou tecido em papelão grosso ou cartão resistente, usando uma tampa ou bacia para marcar a forma do botão.

Como jogar?

Coloque os botões espalhados pelo chão. A ideia é pedir às crianças (nomeando cada uma à vez) para se movimentar de um botão para outro. Pode pedir para se deslocarem a caminhar, a saltar ou a gatinhar, dizendo qual a cor do botão para onde se devem mover. Também pode fazer perguntas: Qual é a cor do botão para onde queres ir? Podes ir para o botão vermelho? Podes ir como se fosses (indicar o nome de um animal: gato, cobra, canguru, etc...).

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Faça um painel com um grande coração de botões que as crianças trouxeram de casa e ajudaram a colar.

Escreva uma frase bonita por baixo do coração que tenha a ver com a importância da família ou com as memórias da nossa vida.

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Pode aproveitar o tema dos botões e criar algumas decorações com botões. Podem ser decorações para a sua sala. Por exemplo: pode fazer num quadro forrado a tecido (serapilheira ou outro) uma paisagem para decorar a sua sala. Ou então: pode fazer algumas decorações para colocar na árvore de Natal da sua escola. Por exemplo, árvores, sinos, anjos ... que pode juntar aos enfeites normais, dando assim um caráter mais criativo à árvore de Natal deste ano.

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As crianças em idade de creche (e as mais novas de jardim de infância) adoram fazer enfiamentos e empilhamentos. Esta atividade permite fazê-lo com botões que são muito atrativos para as crianças, pela cor e forma.

Material:

- Caixa de botões grandes

- Fios ”limpa cachimbos” de várias cores

Atividade 1 – Enfiamento de botões

As crianças enfiam os botões nos fios “limpa cachimbos”. Pode pedir para fazerem enfiamentos com vários cores ou então com botões da mesma cor. Para crianças mais velhas pode criar um padrão (por ex: botões – vermelho – vermelho - amarelo – azul – verde - verde) e pedir-lhe para enfiar os botões de acordo com essa padrão.

Atividade 2 – Empilhamento de botões

As crianças em idade de creche gostam de fazer empilhamentos. Peça para empilharem os botões de acordo com a sua cor. 

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Pode parecer complicado fazer asas de fada mas não é. É fácil construi-las e terá um efeito extraordinário na sua sala.

No final, podem fazer um desfile, podem cantar uma canção com as asas ou fazer um pequeno teatro.

Para fazer as asas de uma fada, só precisa de cabides de arame (para criar a forma de libélula – os outras formas mais estilizadas), felpo (para cobrir a ligação entre os dois cabides, para não magoar), fita cola larga, meias calças e para decorar brilhantes, fitas de seda, pequenas pérolas…

Veja como é simples no vídeo. E para os meninos? Pode não fazer diferenças ou pode fazer asas, por exemplo, de cores diferentes ou formas diferentes. Embora as fadas sejam apresentadas como sendo do sexo feminino, nalguns contos aprecem os “fados” ou os “fadem”.

No Conto dos Contos by Samara Moser, ela escreve: "Não havia um fadem ou fada que não celebrasse o nascimento dos netos da rainha".

Ou também pode imaginar “elfos com asas”… não fosse a infância a idade da imaginação. E para as educadoras? por que não fazer com quatro asas ligadas, é só uma ideia…!

Com tantas asas e fadas, de repente, a sua sala vai ficar mágica!

Ver video: https://www.youtube.com/watch?v=DB5iZ5B1Mhg


Esta é outra alternativa para construir asas de fada.

Para a sua construção, use papelão de caixas. Desenhe o molde das asas, poderá fazer só duas por crianças ou, então, quatro. Use o molde para riscar no papelão e, depois, com um X-ato corte as asas.

Preveja furos para poder atar uma fita. Pinte as asas com tinta. Como vai ter deixar de secar a tinta faça um plano de trabalho com o tempo suficiente. Quando ficarem secas, use fitas largas de seda para as prender às costas de cada criança e fazer um laço.

Prático, económico e também bonito pela simplicidade e impacto. Com tantas asas e fadas, de repente, a sua sala vai ficar mágica! Ver imagem do efeito das asas de papelão.

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Divida o grupo das crianças em dois, para jogar na forma de estafeta.

Este jogo também serve para crianças pequenas (de creche, por exemplo). Neste caso, se as crianças forem muito pequenas, jogue individualmente.

Vai precisar de duas colheres de madeira se for jogado em dois grupos (na forma de estafeta).

Cada equipa recebe uma colher de madeira e um cubo de açúcar (isto porque as fadas fazem muitos doces e precisam de transportar açúcar).

Marque a partida. Quando disse “começar”, uma criança de cada grupo avança com a colher segura na mão e com um cubo de açúcar dentro. Deve contornar uma cadeira ou vaso (ou outro objeto) que está do outro lado da sala e voltar ao ponto de partida.

Nesse momento, entrega a colher com o cubo de açúcar a outra criança do seu grupo que faz o mesmo percurso, passando a colher a outra e assim sucessivamente.

Ganha o grupo que acabar primeiro. Há uma regra, se uma criança deixar cair o cubo de açúcar volta à linha de partida e tem de voltar a fazer o percurso antes de poder passar acolher a outra criança do seu grupo.

Para crianças mais velhas, pode acrescentar mais um cubo à colher sempre que uma outra criança sai da partida.


Uma das crianças é a fada-diabrete a quem lhe é entregue uma varinha de condão (e, se possível, umas pequenas asas feitas de cartolina).

A ponta da varinha de condão deve ser macia, para não magoar. Dentro de um espaço definido estão as outras crianças que participam no jogo.

A fada-diabrete procura “apanhar” uma criança. Para isso, tem de lhe tocar com a varinha de condão. Nesse momento, essa criança fica “congelada” e não se pode mexer.

Se outra criança conseguir tocar-lhe com a mão, pode salvá-la. Mas para isso acontecer, depois de ser tocada, as duas (a criança que está “congelada” e a que a tenta salvar) têm de bater palmas e dizer “Eu acredito em fadas”.

Só nesse momento, a criança “congelada” pode voltar a andar e correr. Quando a fada-diabrete tocar em todas as crianças e ficarem todas “congeladas”, então, termina o jogo.

Neste ponto, a fada-diabrete pode escolher outra criança a quem lhe entrega a varinha de condão e as asas começando uma nova partida.


Organize um “fashion show”.

É uma atividade que, na prática, é uma passagem de modelos de fadas. Conforme o tipo de adereços que tiver, e se não puder organizar um “fashion show” de traje completo, realize shows especializados:

- Fashion Show de asas – As crianças podem exibir apenas asas que decoraram na escola ou em casa.

- Fashion Show de tiaras e chapéus - As crianças podem exibir apenas tiaras (as meninas) e os rapazes coroas ou, então, chapéus estilo Peter Pan…

- Fashion Show de varinhas de condão, etc…

Durante o show, use música apropriada, do Lago dos Cisnes (ou do género) ou, então, de filmes de contos de fadas da Disney…

Qualquer Fashion Show precisa de audiência. Neste evento, pode usar uma de três tipos de audiência que se sentará ao lado da passerelle: (1) os pais, ou (2) as crianças de outra sala, ou (3) os peluches das crianças, sentados em fila, dos dois lados, a assistirem ao seu desfile.


Este pequeno jogo pode ser usado com crianças pequenas (creche).

Faça pequenas fadas em cartolina de várias cores (basta cortar o perfil). Ao mesmo tempo, faça cartões onde cola flores de cartolina das mesmas cores das fadas. Cada cartão tem só uma flor de uma só cor.

“Esconda” os cartões na sala, no recreio, ou no jardim… e ofereça uma fada a cada criança. Ao som de “começar”, as crianças têm de procurar e encontrar uma flor que seja da cor da sua fada.

Neste jogo, todos ganham. No fim, dizem todos: "Eu acredito em fadas!".


Todas as fadas (crianças) estão deitadas com os olhos fechados como se estivessem a dormir.

Uma das fadas circula pela sala e tenta acordá-las. Para isso, fala, ri, diz graças ou piadas, faz perguntas, etc… só não pode mexer nas fadas que estão a dormir, mas pode chegar-se muito perto delas.

A última fada a acordar é a vencedora.


Neste jogo divertido é preciso um adulto – torna-se mais engraçado. Pode ser a educadora, a auxiliar ou um pai ou mãe que faça de gnomo.

É definido um espaço onde vai decorrer o jogo. As fadas (as crianças) têm na mão uma varinha de condão.

Quando se disser “começar”, elas tentam tocar o gnomo com a ponta da varinha de condão.

Se conseguirem fazê-lo, ele fica “congelado”. Para se libertar do “feitiço”, o gnomo tem de atirar rebuçados para as fadas.

A seguir, elas continuam atrás do gnomo até lhe tocarem, outra vez, com a varinha de condão. Quando isso acontece, ele volta a ficar “congelado”.

De novo, para se libertar do feitiço tem de atirar mais rebuçados para as fadas. E assim continua… o jogo acaba quando acabarem os rebuçados do gnomo.

Se o gnomo estiver caracterizado com algum adereço, o jogo ainda se torna mais engraçado. No fim, dizem todos: "Eu acredito em fadas!"


Neste jogo, as crianças sentam-se numa roda.

Estenda um fio (cordel ou fita) que deve ficar agarrada pelas duas mãos de cada criança formando um grande círculo.

Um anel (ou algo pequeno com a sua forma) deve ser enfiado dentro do fio, fazendo-se um nó nas pontas para ficar um círculo completamente fechado. Assim, o anel (da fada-rainha ou de uma fada com outro nome que queira escolher) pode deslizar dentro do fio e passar de criança para criança.

Se tiver tiaras ou outros adereços peça às crianças para usá-los para o ambiente ficar mais mágico.

Durante o jogo, pode haver música de fundo apropriada.

Explique a todas as crianças que as fadas são muito brincalhonas e que alguém vai tentar roubar o anel da fada-rainha.

Uma das crianças vai para o meio da roda e faz de fada-rainha (pode usar uma coroa, se houver) e fecha os olhos durante 10 segundos, contados pela educadora ou professora.

No fim do tempo, toca um sininho (ou outro sinal).

Enquanto se contam os 10 segundos, o anel vai sendo empurrado e passado de mão em mão, de criança para criança, dentro do fio.

Quando o sininho tocar, a “fada-rainha” abre os olhos e tenta adivinhar qual é a fada que tem o anel “roubado”. Tem direito a tentar adivinhar três vezes em cada jogada.

Se acertar a fada que tinha o anel roubado troca de lugar e vai para o meio fazer de “fada-rainha”. Se não adivinhar, ela fecha de novo os olhos, o jogo continua e ela tenta novamente três vezes.


Encha balões e lá dentro, se quiser, coloque brilhantes ou purpurinas (“Pós de fada”).

As crianças da sua sala vão ser as fadas (para se sentirem na personagem, podem colocar um adereço como uma tiara, por ex. de cartolina, com pérolas e penas que fizeram antes na sala para aumentar o efeito mágico do momento).

No jardim (ou recreio), ate um balão a cada uma das pernas de cada fada.

Diga “começar” e, nesse momento, o objetivo das fadas (crianças) é pisar (rebentar com os pés) os dois balões que estão atados às suas pernas.

Ganha a que rebentar primeiro os dois balões.

Outra variante, é encher apenas um balão com “pós de fada” e a fada que tiver a sorte de encontrar os “pós de fada” é a vencedora.


A varinha de condão da fada-rainha partiu-se (foi talvez obra da fada-diabrete) e ficou sem a ponta.

As crianças têm de reparar a varinha de condão.

Num bocado de cartão, papel de cenário ou papelão colocado na parede, a educadora ou professor desenha um varinha simples (sem a estrela ou outro símbolo mágico na ponta).

No papel, à volta da varinha sem ponta, pode colocar purpurinas ou outros efeitos para dar mais brilho ao ambiente.

Entretanto, as crianças já tinham feito com cartolina estrelas de cartolina, corações, etc colocando o seu nome … Nas costas destas pontas feitas em cartolina, coloque fita cola dupla apropriada.

Para o jogo começar coloque uma venda nos olhos de cada criança (um tecido acetinado, por exemplo).

Peça a cada uma para ir colocar a sua “estrela” o mais próximo possível da ponta da varinha. No final, tiram as vendas e vêem o resultado.

Quem ficou mais perto? Quem ganhou? Aplausos para todos.


Neste jogo (ao ar livre ou na sala com espaço amplo), as crianças têm de vestir-se de fadas e correr até à linha da meta.

Arranje pelo duas vestimentas de fadas (vestes coloridas, engraçadas, asas de enfiar facilmente nos braços, uma varinha de condão, chinelos com pompons, colares e o mais que quiser juntar…).

Depois, organize dois grupos com as suas crianças (dê nomes diferentes a cada grupo: as “fadas …” contra as “fadas …”.

Marque a linha de partida e um ponto para voltar para trás. Coloque o “monte” das roupas na linha de partida. Apite ou diga “Começar”.

A primeira criança de cada grupo (correm ao lado um do outro) veste-se de fada, coloca as asas e começa a correr, batendo as asas com o movimento dos braços.

Dá a volta e regressa à partida, onde tira a roupa. Nesse momento, a segunda criança do seu grupo veste-se com os mesmos adereços, diz "Eu acredito em fadas" e repete a corrida.

E continua assim, criança após criança. A equipa que primeiro chegar ao fim ganha.


Use, nesta atividade, uma caixa de sapatos grande.

Encha a caixa de sapatos (pode decorar a caixa para parecer mais “mágica”) de areia branca fina ou de farinha, que passam a ser “pós de fada”.

No interior esconda diamantes (imitações de plástico) e ouro (imitações de anéis), antes de começar o o jogo (sem as crianças verem).

Para criar mais drama, pode usar uma varinha de condão para fazer inicialmente um movimento sobre a caixa, dizendo às crianças que, agora, existem diamantes e anéis de ouro escondidos dentro da caixa que elas podem encontrar.

À vez, cada criança mete a mão dentro da caixa para apanhar um punhado de “pós” de fada (de uma vez só). A seguir, deve deixar cair o “pó de fada” por entre os seus dedos dentro de outra caixa ao lado.

Quem encontrar na sua mão diamantes ou anéis de ouro ganha essa peça e fica a ver os outros jogar.

Se deixar cair os diamantes ou os anéis por entre os dedos, no meio dos “pós de fada” não os ganha.

Numa variante do jogo, os rapazes procuram anéis e as meninas diamantes. Neste caso, só ganham se encontrarem a jóia que procuram.


Inspirados no tema do livro “A Fada Partiu a Asa” foi criado um conjunto de 26 cartas com as personagens da história. Trata-se de um jogo de ação para jogar ao ar livro e em grupo.

As crianças hoje passam muito do seu tempo no interior, muito ligadas às tecnologias, e cada vez menos em contacto direto com a natureza. Organize uma saída ao exterior. Um pequeno jardim, um pequeno bosque … numa área de vegetação mais “espontânea” (não precisa de ser longe, nem especialmente grande) é o cenário ideal para uma passeio-aventura. Utilize as cartas para criar momentos divertidos e de cooperação entre as crianças. As cartas podem ser tiradas à sorte num determinado lugar. Ou, então, podem ser escondidas e a educadora ou professora deve dar “pistas” para que sejam encontradas ao longo do percurso. Quando chegarem ao fim e realizarem todas ações das cartas, as crianças juntam-se e dizem “eu acredito em fadas”. Ver IMAGEM PDF.


É uma atividade original. Podem participar todas as crianças ou, então, as meninas da sala que, normalmente, têm um interesse especial por este tipo de atividade. Para jogar este jogo, é necessário frasquinhos com várias cores de verniz das unhas (de preferência para criança, não tóxicos). Há várias formas de jogar. Por exemplo, pode ser construído um círculo com uma seta-ponteiro que se pode fazer girar. Também se pode colocar uma música que a educadora desligará de repente (quando o frasquinho passa de mão em mão). Ou a própria criança pode tirar uma cor à sorte de dentro de uma caixa. Qualquer que seja o método a ideia é escolher uma cor de verniz (entre as várias existentes) que será atribuída, à sorte, a uma criança, através do método usado. A criança sozinha ou com ajuda aplica o verviz numa das suas unhas das mãos (e, também dos pés, se tiver sido assim combinado). A seguir, passa a vez a outra menina e assim sucessivamente (girando em círculo) até se pintarem todos os dedos das mãos e dos pés. Se houver mais do que um frasquinho de cada cor, pode-se tirar à sorte para duas crianças ao mesmo tempo, o que permite fazer a atividade mais rapidamente. 

Material necessário: frasquinhos com várias cores de verniz das unhas (de preferência para criança, não tóxicos, cartolina, tesoura e cola


No Dia do Pijama faz sempre falta uns docinhos ou um lanche especial. Aqui, sugerimos uma atividade engraçada, diferente e também muito doce.

Pendure de dois a quatro donuts de um fio (é mais engraçado a atividade ser feita com várias crianças ao mesmo tempo, enquanto as outras assistem sentadas na roda).

Ponha uma música a tocar ou peça às outras crianças para baterem palmas. Se não tiver donuts, pode usar bolachas tipo Oreo ou semelhantes.

Com as mãos atrás das costas (não é permitido usar as mãos), as crianças, depois de ouvirem um sinal dado pela educadora ou professora, têm de tentar comer os donuts. Claro, é de esperar de quem está a ver muitas risadas e boa disposição... VER IMAGEM

Material necessário: fio, bolachas ou donuts;


Esta proposta resulta muito bem, é muito colorida e fácil de fazer.

A ideia é esta:

Cada criança faz uma aranha-princesa tentando imitar a “Como-é-que-se-diz” do livro “A Aranha Delicada”. Depois, cada criança poderá ”colocar” a aranha, sempre que a educadora ou a professora estiver a contar a história para se sentir mais dentro do espírito dos personagens. Para fazer esta aranha, use uma placa de esponja de cerca de um centímetro de espessura cinzenta. Se a esponja for creme pode pintá-la de cinza ou preto. Faça quatro buracos para enfiar os dedos na parte de baixo do círculo de esponja (que faz de cabeça) e depois cole a boca e oito olhos por cima.

A parte mais original deste trabalho são as patas: quatro são representadas pelos próprios dedos das crianças (podem pintar as unhas de preto) e as outras quarto (duas de cada lado) são feitas de “fio de cachimbo” que muitas salas têm para fazer trabalhos. Estas patas são também enfiadas e passam por detrás do círculo de esponja ligando os furos de um lado ao outro. No círculo de esponja (cabeça da aranha), à frente ou atrás, pode colocar pintas cor de cereja se a quiser associar à aranha-princesa da história. VER IMAGEM

Material necessário: placa de esponja, papel, cola, “fio de cachimbo”


As teias de aranha foram feitas para apanhar insetos, como moscas e mosquitos. Desta vez, no entanto, vamos fazer uma teia para apanhar bolas de papel. Utilize fita de papel dos pintores e crie uma teia de aranha entre os aros de uma porta, por exemplo. Reforçe as fitas com outras coladas por cima e cole uma fita de papel nas costas de outra fita para que a superfície da cola fique à vista. Faça algumas bolas (leves) de papel de folhas de revistas ou de papel de seda. Coloque as bolas dentro de uma caixa ou cesto. Por exemplo, oito bolas. À vez e a uma distância de acordo com a idade, peça às crianças para atirarem as bolas para ver se a teia as consegue apanhar. Explique que é assim que as teias apanham os insetos pois também têm uma cola natural nos fios de seda da teia. Ganha o jogo, a criança que conseguir mais bolas presas na teia. VER IMAGEM

Material necessário: fita de papel, folhas de revistas ou papel de seda, caixa


Como a aranha-princesa da história “A Aranha Delicada”, as aranhas têm oito patas e oito olhos. Para lembrar as crianças desta característica dos aracnídeos e para desenvolver a motricidade fina, a proposta é fazer chapéus de aranha para as crianças usarem. Cada uma pode cortar oito patas de cartolina para serem coladas num aro de papel, à medida das suas cabeças. Na frente, podem ser colados oito olhos. Com todas as crianças pode-se, depois, fazer um desfile na sala, tirar fotos e, por não, levar os chapéus para casa. Será um pretexto as crianças para falarem com os pais sobre as aventuras do livro da aranha-princesa "A Aranha Delicada". VER IMAGEM

Material necessário: cartolina, tesoura e cola


A ideia desta atividade é construir, na sala, uma teia de aranha em que as crianças fazem parte dela. Para isso, as crianças devem ficar de pé ou sentadas em roda. A educadora deve entregar um grande novelo de lã ou de cordel a uma criança que fica com a ponta do fio, a seguir, o novelo passa para as mãos de outra criança do lado oposto da roda (poderá ser entregue por uma criança ou atirado pelo ar com a ajuda dos adultos da sala. O novelo deve continuar a passar de mão em mão, cruzando os fios de um lado para o outro. A dificuldade desta actividade com crianças pequenas está no facto de cada um ter de segurar bem o fio nas suas mãos para se manterem bem esticados. Quando todas estiveram a segurar o fio nas suas mãos, está pronta a teia. Nesse momento, devem levantá-la para se fazer uma bonita foto pé. A seguir, pode-se “jogar” com a teia para apanhar insetos que serão as crianças da sala. Para isso, as crianças continuam a esticar os fios mas colocam a teia no chão. Uma criança de cada vez vai para dentro da teia, no lugar onde quiser ficar, no meio do entrelaçado mas sem pisar os fios. Ao sinal da educadora as crianças levantam a teia e a criança fica caçada no meio da teia. Pode-se fazer uma foto e continuar o processo fazendo passar todas as crianças, à vez, pelo meio da teia em que cada uma faz o lugar de um inseto. VER IMAGEM

Material necessário: Um novelo de lã ou cordel e uma máquina fotográfica