Há abraços que transformam uma vida ®


Ideias - ATIVIDADES lúdicas

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  • 1. A Corrida do Elefante (NOVA)
  • 2. Jogo do Elefante (NOVA)
  • 3. ADIVINHAR A PALAVRA - Não pode dizer isso! (NOVA)
  • 4. O Simão disse (NOVA)
  • 5. Marcha dos Elefantes (NOVA)
  • 6. Jogo do Rei Elefante (NOVA)
  • 7. Do Brasil veio um barco...(NOVA)
  • 8. Mural do Elefante (NOVA)
  • 9. Balão Saltitante - Esparguete de Piscina 
  • 10. Equilibrista - Esparguete de Piscina 
  • 11. Equilibrista - Esparguete de piscina - VARIANTE 
  • 12. Larga e Apanha - Esparguete de Piscina 
  • 13. A armadilha das fitas 
  • 14. O sopro mágico 
  • 15. Grande pescaria 
  • 16. Apanhador de Sonhos Decorativo para Creche
  • 17. Bichano, Bichaninho, Meu Rico Gatinho!
  • 18. Rebenta o Balão!
  • 19. Abanar o Rabo até Perder as Penas
  • 20. Quem tem o Botão? 
  • 21. Relógio de Botões 
  • 22. Criar Fio com Pingente de Botões 
  • 23. Criar Pulseiras de Botões 
  • 24. Ouriço Cacheiro de Molas 
  • 25. Apanhar Botões de Frascos 
  • 26. Jogo “Salta o Botão” 
  • 27. Coração de Botões 
  • 28. Decorações com Botões 
  • 29. Botões: Enfiamentos e empilhamentos 
  • 30. Construir asas de fadas com cabides e meias-calças
  • 31. Construir asas de fadas de papelão 
  • 32. A colher de madeira das fadas 
  • 33. Jogo da apanhada da fada-diabrete 
  • 34. Fashion show de fadas 
  • 35. Apanhar flores para as fadas 
  • 36. As fadas adormecidas 
  • 37. As fadas apanham o gnomo  

É uma atividade em que os participantes das equipas, ao longo do jogo, vão rir desde o começo até ao final. Para este jogo, o educador ou professor deve dividir as crianças pelo menos em dois grupos. Se os grupos não ficarem com o mesmo número de crianças, a equipa com menos participantes deverá dar mais uma volta no final para ficarem em igualdade de circunstâncias.

Preparação do jogo: Marcar a linha de partida e depois colocar um cone ou uma cadeira ao fundo em frente de cada equipa.

Objetivo: Dada a partida, uma criança de cada equipa sai da linha e vai dar uma volta ao cone ou à cadeira e regressa de novo à linha de partida. As outras crianças ficam numa fila, umas atrás das outras, na linha de partida à espera. Quando chega à linha de partida, a criança da frente da mesma equipa junta-se à crianças que chegou e seguem juntas novamente em direção ao cone ou à cadeira. Aí, contornam o objeto e regressam à linha de partida, juntando-se uma nova criança e assim continuam a dar voltas, até se juntar a última criança. Ganhará a equipa que chegar em primeiro lugar à linha de partida com todas as crianças. Como se disse, se uma equipa tiver menos uma criança deverá dar mais uma volta para que todas as equipas cheguem ao final com o mesmo número de volta. Em de uma corrida, pode repetir e realizar várias corridas e declarar vencedora a equipa que ganhar mais vezes.

Segredo do jogo: O que torna este jogo único é a forma como se ligam as crianças umas às outras. Quando a criança chega à linha de partida coloca o braço entre as suas pernas e com a mão segura a mão da criança que se junta e seguem assim para dar a volta e regressar. Nesta posição parece um elefante, funcionando o braço como uma espécie de tromba, a que se agarra a outra criança, obrigando nessa posição a baixar a cabeça parecendo assim um elefante. VER ANEXO 


Este jogo é muito animado e exige muita concertação.

O princípio do jogo é simples:

- Os participantes formam um círculo de 10 a 12 crianças com um líder (professora).

- A ideia é formarem um animal ou um objeto usando três participantes para o efeito.

- Quem diz o nome da figura a formar é o líder, quando o disser deve apontar e dizer um nome de uma das crianças que faz o centro da figura

- Nesse momento, as duas crianças à sua volta devem formar-se junto da criança escolhida para formarem a figura total, enquanto fazem o som associado (falando em voz alta).

- Por exemplo, se a líder apontar e disser Eduardo e “Viking”, ele e os seus colegas da direita e da esquerda devem formar de imediato a figura de um “Viking” e dar um grito guerreiro. A forma da figura “Viking” está no vídeo que acompanha esta descrição (no final). Na figura percebe-se que o Eduardo tem de fazer de guerreiro, colocando na testa os dedos a fazer de chifres e os dois colegas do lado devem remar com os braços, dando a impressão de que se trata de um barco viking.

- Se os três forem rápidos e fizerem a figura conforme o modelo, o jogo continua com todos. Se algum se enganar e fizer os gestos de outra figura, sai do jogo que continua com os restantes.

- O líder (a professora) continua e da próxima pode dizer “Elefante”, apontando para a Clara que ainda há pouco era uma das crianças que participou na figura lateral do Viking fazendo de remadora. Agora passou a figura central. Conforme o modelo, tem de fazer a tromba com o braço levantando-a no ar, ao lado cada um dos colegas que tem de imediato fazer as orelhas com as mãos e braços encostados à sua cabeça.

- Se forem rápidos e fizerem os movimentos da figura “Elefante”, continua o jogo com todos. Se algum se enganar e fizer os gestos, por exemplo, das folhas da “Palmeira” que é de outra figura, então sai do jogo e continuam os outros até ficarem três participantes que serão os vencedores.

CONSELHO: Quando começar este jogo e o explicar aos participantes escolha no máximo três figuras para mandar fazer durante te o jogo. Se forem mais, no início, as crianças com pouca experiência podem confundir-se.

Vejas no vídeo as figuras que pode fazer durante o jogo. Pode também criar as suas próprias figuras.

O jogo torna-se mais desafiante se o líder for sendo mais rápido a dizer o nome do próximo jogador que será o centro da nova figura. Pode mesmo ser um dos participantes que na anterior figura fazia parte de um lado e agora sendo a parte central da nova figura tem rapidamente de se lembrar quais são os gestos que tem de executar. VER EXEMPLO


CONSTRUIR O JOGO

Cole as cinco folhas com as cartas em papel cartolina (PDF em anexo) e depois corte as 80 cartas para as separar. Pode plastificá-las para maior durabilidade. Baralhe as cartas.

REGRAS

  1. Organize dois grupos com os alunos da sala (+/- 10 a 12 participantes por grupo)
  2. Os dois grupos vão concorrer entre si, o que tiver mais pontos no final ganha o jogo.
  3. Cada grupo escolhe um dos membros que será o “Orador”.
  4. O seu papel é descrever a palavra desconhecida que está escrita na carta.
  5. Os membros da equipa a assistir podem dizer as palavras que quiserem tentando adivinhar.
  6. O “Orador” quando descreve a palavra não pode dizer as palavras não permitidas da carta.
  7. A outra equipa assiste e controla o tempo (com uma ampulheta). Quando termina o tempo, as equipas trocam de posições.
  8. Cada palavra que seja adivinhada vale um ponto. Quando tal acontece o “Orador” tira outra carta do baralho e começa a descrever a nova palavra.

10. Como se ganha ponto? Ganha-se 1 ponto quando alguém acerta na palavra que o “Orador” está a tentar descrever. Cada equipa também ganha os pontos perdidos pela outra equipa.

11. Como se pode perder pontos? Perde-se 1 ponto todas as vezes que alguém da Equipa não cumpre as regras básicas.

12. O Orador não pode dizer a letra ou parte de palavra que se pretende descobrir. Também não pode dizer palavras derivadas das palavras não permitidas. Se não pode dizer “vermelho”, também não pode dizer “avermelhado”, por exemplo.

13. As cartas que saem são embaralhadas junto com as outras, voltando para a nova rodada.

14. Cada jogador das equipas deve ser ”orador” pelo menos uma vez durante o jogo.

No final, o grupo com mais pontos vence o jogo. VER ANEXO


Este jogo tem semelhanças com o jogo “O Rei Manda”.

Esta versão do jogo é muito popular em Inglaterra e tem uma diferença que o torna mais divertido e exigente.

O líder do jogo (Educadora ou Professora) dá instruções que começam sempre por “O Simão diz”. Os jogadores devem repetir as instruções. Por exemplo:

O líder começa: “O Simão diz: levantar o braço direito”. Então todos participantes em pé num círculo levantam o braço direito.

O líder continua: “O Simão diz: levantar o braço esquerdo”. Então todos participantes levantam rapidamente o braço esquerdo.

O líder continua: “baixar o braço esquerdo”. Os participantes baixariam o braço esquerdo. Mas como o líder não disse “O Simão diz”, neste caso ninguém deve fazer nenhuma ação, ficando como estavam.

O que vai acontecer é que com alguma rapidez no comando os participantes vão baralhar-se e executar ações que não deviam fazer.

Por exemplo. O líder continua: “O Simão diz bater palmas” Todos devem bater palmas. Mas o líder poder dizer logo a seguir: “Bater palmas mais uma vez”. Alguns participantes vão bater palmas, quando não o deviam porque o líder não começou por “O Simão disse”.

O líder deve continuar a dar instruções variadas, sempre com um bom ritmo, oram começando por “O Simão disse” ou simplesmente dando logo a instrução.

Os participantes que se enganem saem do círculo, os outros continuam a jogar até se apurar o vencedor.


O objetivo deste jogo é derrubar uma fila de garrafas (ou outros objetos) com a “tromba”, sem usar as mãos ou os pés. Depois de colocar a ”tromba” a criança deve aproximar-se do objeto a derrubá-lo, apenas movimentando a cabeça, tentando acertar para o derrubar. A criança que derrubar primeiro todos os objetos é a vencedora.

PREPARAÇÃO:

O objetivo deste jogo é derrubar uma fila de garrafas (ou outros objetos) com a “tromba”, sem usar as mãos ou os pés. Depois de colocar a ”tromba” a criança deve aproximar-se do objeto a derrubá-lo, apenas movimentando a cabeça, tentando acertar para o derrubar. A criança que derrubar primeiro todos os objetos é a vencedora.

Colocar uma fila de garrafas (de quatro a seis). Com crianças maiores pode-se colocar mais garrafas na fila e com crianças mais novas menos garrafas. 

Para o tornar mais atrativo e animado, o jogo deve ser organizado com duas filas de garrafas idênticas, podendo assim jogar duas crianças ao mesmo tempo. Ganha a que derrubar primeiro todas as garrafas.

Para o jogo são necessárias duas meias-calças, uma para cada criança. Dentro da meia deve ser colocada uma bola de ténis ou outro objetivo semelhante. A criança deve enfiar a calça na sua cabeça. VER ANEXO


O Rei Elefante é um ótimo jogo para festas e para crianças mais velhas. É divertido e envolve muita brincadeira. O objetivo do jogador é tornar-se no Rei-Elefante e chegar ao topo do reino animal.

Preparação do Jogo: É simples. Comece por pedir a todos os jogadores que se sentem formando um círculo voltados uns para os outros. Cada lugar no círculo representa um animal diferente, ordenado desde o topo do reino animal (o Rei Elefante) até à base (uma minhoca). Designe uma pessoa para ser o Rei Elefante e outras pessoas para serem os restantes animais pela sua ordem (ver abaixo). Se preferir, pode um jogador pode escolher ser um animal diferente, mas neste caso tem de inventar o um sinal para esse animal.

Estes são os animais com que pode começar:

- Rei-Elefante: esticar um braço à altura do nariz (tromba), enquanto o outro envolve a cara e tapa o nariz.

- Pássaro: unir os dedos polegares e agitar as mãos como se fossem um pássaro a voar.

- Galinha: colocar as mãos debaixo dos ombros e abanar.

- Crocodilo: esticar os braços juntos para à frente, com uma mão virada para cima e outra para baixo e bater em conjunto como se fosse a boca de um crocodilo.

- Urso: abrir bem os dedos das mãos como se fossem as patas gigantescas de um urso a atacar alguém.

- Leão: unir as mãos acima da cabeça em círculo, imitando a cara e rugido de leão.

- Cobra: fazer um movimento de serpente com um dos braços.

- Peixe: unir as palmas das mãos e imitar um peixe a subir a corrente de um rio.

- Macaco: encher as bochechas e puxar as orelhas.

- Minhoca: Mexer um dedo.

Como jogar o Rei Elefante: O ritmo do jogo é ditado pelo jogador que faz de Rei-Elefante. Este jogador pode gerir a velocidade do jogo à sua vontade.

Todos os outros seguem o ritmo padrão 1-2-3-4, em que o 1 é bater no joelho, 2 uma batida de palmas, 3 – levanta os polegares e 4 - sinal do animal).

A seguir às palmas e ao gesto dos polegares levantados (no ritmo 4), o jogador faz o seu sinal (gesto do animal que representa e som).

A seguir repete esta sequência e no ritmo 4 escolhe o sinal de outro animal que passará a ser a líder do jogo.

Por exemplo, numa ronda pode ter acontecido o seguinte: Quem faz de Rei Elefante (líder momentâneo do jogo) começa o ritmo: 1 - batida no joelho, 2 - palmas, 3 – levanta os polegares, 4 – faz o sinal do Elefante (fazendo o gesto e som deste animal).

Da segunda vez, quem faz de Rei Elefante repete os quatro ritmos (batida no joelho, palmas, polegares levantados e o sinal de um animal que escolheu, fazendo o gesto e som). Nesta ronda, o animal escolhido foi o urso. Passa o urso a ser o líder do jogo. O Urso continua: batida no joelho, palmas, dedos polegar no ar e sinal do Urso (fazendo o gesto e som).

Da próxima vez, o Urso indica um jogador-animal diferente: (1) bate nos joelhos, (2) palmas, (3) polegares levantados e (4) sinal do peixe (fazendo o gesto e som), O Peixe continua: batida no joelho, palmas, sinal do Peixe (fazendo o gesto e som). continuando nesta sequência. E assim vão continuando indicando outros animais e mudando de líder.

Quando algum jogador falhar ao manter o ritmo ou se enganar no animal (ex. fazer um sinal errado), passa a ser a minhoca e todos os outros jogadores que estavam abaixo dele no Reino Animal “sobem um lugar”.Quando os jogadores mudam de lugar passam a ser um novo animal.

O objetivo é tentar alcançar o lugar do Rei-Elefante eliminando os jogadores que estavam mais acima no reino animal.


A partir dos 5 anos

3 jogadores ou mais

Uma das crianças começa dizendo “Do Brasil veio um barco carregado de…” e outra completa com um material ou uma mercadoria qualquer, como “chocolate”. O jogador que disse chocolate, repete a história e diz “Do Brasil veio um barco carregado de…” O próximo jogador deve dizer outro material ou mercadoria que comece com a mesma letra, neste caso, com a letra “c” da palavra chocolate que foi a primeira ser dita. Se souber e completar dizendo por exemplo “copos”. Então, é agora a sua vez de dizer “Do Brasil veio um barco carregado de…”.

Quando os jogadores não encontrarem mais palavras com a letra “c”, começam de novo. Quem começar deve dizer outra vez “Do Brasil veio um barco carregado de…”. Se alguém disser “bananas”, então agora sempre que alguém disser “Do Brasil veio um barco carregado de…” a mercadoria deve começar pela letra “b”. E o jogo continua...

Se quiserem apurar um vencedor então as crianças devem jogar por uma determinada ordem, quem não souber uma palavra que comece pela letra que estiver a ser usada ou se enganar, sai do jogo, continuando o seguinte...


A proposta é criar e fazer um mural na sala onde a figura principal seja um grande elefante.

O mural pode ser feito com base na técnica da pintura ou na técnica da colagem com papéis, tecidos ou outros materiais. Ficará bem colocarem uma frase junto do elefante escolhida pela sala.

Esta frase é um exemplo: “Os nossos sonhos são grandes!” Podem criar um elefante original ou inspiram-se em ilustrações de elefantes.

Em anexo, juntamos 40 ideias. VER ANEXO


O Dia do Pijama está associado a carinho, a ternura, mimo e porque não a coisas “fofinhas”. Por isso lembramo-nos de propor 4 atividades com base no uso do “esparguete das piscinas” (tubos de esponja). São coloridos, económicos e as crianças gostam da sensação de leveza.

Esta atividade é o “Balão Saltitante”. É uma atividade simples, mas muito entusiasmante que as crianças adoram. Nesta atividade cada criança (grupo de 4) segura um “esparguete de piscina”. Quando estiverem prontos (num local amplo, dentro da sala ou no recreio) a professora larga um balão no meio deles e diz “Agora!”). Os quatro tentam acertar no balão (não precisa de ser à vez e vão ajudando-se uns aos outros) com o objetivo de não deixarem cair o balão ao chão. (A ligação para o vídeo em baixo mostra a atividade ao vivo).

O grupo que conseguir que o balão esteja no ar mais tempo ou que acerte no balão mais vezes sem ele cair no chão é o vencedor. Se houver vários grupos com o mesmo número podem fazer uma final. VER VÍDEO


O Dia do Pijama está associado a carinho, a ternura, mimo e porque não a coisas “fofinhas”. Por isso lembramo-nos de propor 4 atividades com base no uso do “esparguete das piscinas” (tubos de esponja). São coloridos, económicos e as crianças gostam da sensação de leveza.

Esta atividade é o “Equilibrista”. Para se preparar esta atividade deve-se marcar no chão a partida e a chegada na sala ou no recreio. As outras crianças podem sentar-se no chão fazendo duas filas, fazendo de claque batendo palmas ou a cantar. Jogam dois a dois. Partem lado a lado, segurando com as mãos o “esparguete da piscina” que leva em cima um prato (pode ser de papel ou plástico da área da pintura). 

Ganha o que chegar primeiro à meta sem deixar cair o prato. Depois de todos participarem na primeira ronda, podem concorrer os vencedores numa eliminatória seguinte, até restarem duas crianças que concorrem na final para saber quem é a vencedora (a ligação para o vídeo em baixo mostra a atividade ao vivo). VER VÍDEO


O Dia do Pijama está associado a carinho, a ternura, mimo e porque não a coisas “fofinhas”. Por isso lembramo-nos de propor 4 atividades com base no uso do “esparguete das piscinas” (tubos de esponja). São coloridos, económicos e as crianças gostam da sensação de leveza.

Esta atividade é o “Equilibrista” (variante). É semelhante ao Equilibrista mas as duas crianças em vez de partirem do mesmo local em direção à meta, partem de locais opostos e cruzam-se na meio do percurso. Como no equilibrista para se preparar esta atividade deve-se marcar no chão a partida e a chegada na sala ou no recreio. As outras crianças podem sentar-se no chão fazendo duas filas, fazendo de claque batendo palmas ou a cantar. Jogam dois a dois. Partem de lados opostos, segurando com as mãos o “esparguete da piscina” que leva em cima um prato (pode ser de papel ou plástico da área da pintura). As duas crianças vão-se cruzar, neste caso, o objetivo é quando se cruzarem fazerem um ligeiro movimento com a anca batendo ligeiramente na anca da outra criança, com o objetivo de a desequilibrar para deitar o seu prato o chão, mas de tal forma que não deixe também cair o seu prato. Por isso, não poderá ser um encosto com muita força, deve ser mais procurado o jeito.

Ganha a que chegar ao fim com o seu prato em cima do esparguete e a outra criança tiver deixado cair o seu prato (a ligação para o vídeo em baixo mostra a atividade ao vivo). VER VÍDEO


O Dia do Pijama está associado a carinho, a ternura, mimo e porque não a coisas “fofinhas”. Por isso lembramo-nos de propor 4 atividades com base no uso do “esparguete das piscinas” (tubos de esponja). São coloridos, económicos e as crianças gostam da sensação de leveza.

Esta atividade é o “Larga e Apanha” (variante). É uma atividade simples, mas muito entusiasmante que as crianças adoram. No chão marcam-se quatro pontos (assinalados com um “X”) feita de fita adesiva de papel (de pintor) ou plástica. Devem estar à distância de 1 metro e meio (se as crianças forem pequenas) ou um pouco mais se forem maiores. A atividade é realizada em grupo. Cada grupo é formado por 4 crianças. É dado a cada criança um “esparguete de piscina”, no seu tamanho normal. Objetivo é ao sinal da educadora ou professora que pode dizer “agora!”, cada criança ouvindo sinal larga o seu esparguete deixando-o ficar em pé e corre para o lado (todos na mesma direção) e tenta a apanhar o esparguete que a criança ao seu lado deixou em pé, sem o deixar cair (a ligação para o vídeo em baixo mostra a atividade ao vivo).

O objetivo é ver qual é o número de vezes que os quatro elementos mudam de posição sem nenhum deixar cair o esparguete durante um número seguido de vezes em que a professora diz “Agora” (por exemplo: 10) ou durante um determinado tempo (por exemplo: 1 min). O grupo de 4 crianças que conseguir mudar de posição sem deixar cair o esparguete mais vezes é o vencedor. Se houver vários grupos com o mesmo número podem fazer uma final. VER VÍDEO


Queres ir ao quarto buscar o teu brinquedo favorito, mas a tua mãe montou uma armadilha que tens de conseguir passar sem ela perceber. O mais difícil poderá ser preparar o cenário, porque a diversão essa está garantida. Com fitas de papel ou de tecido, colocadas na horizontal ou na oblíqua presas a paredes, armários ou mesas crie um percurso onde cada criança em pijama tem de passar sem bater nas fitas. Cuidado! A educadora ou professora, primeiro, faz passar três vezes todas as criança, uma de casa vez. As crianças que fizerem um melhor percurso e tiverem o mesmo resultado (aquelas que não baterem ou menos tocarem nas fitas) passam a constituir um novo grupo mais pequeno de crianças que volta a competir até se apurar o vencedor. VER IMAGEM


Será que cada criança consegue soprar sem que uma bola não caia e chegue ao fim do percurso? A ideia é simples e as crianças ficam entusiasmas por tentarem e conseguirem. Faça um fila com copos cheios de agua. Fala uma fila com os copos encostados uns aos outros. O tamanho da fila depende da idade da criança, se forem pequena coloque menos copos e coloque mais copos se forem mais velhas.

A ideia é cada criança colocar uma bola de pingue pongue em cima da água do primeiro copo e ao sinal de partida soprar para que a bola passa para o próximo copo. O objetivo é passar de copo em copo até chegar ao final. Pode estabelecer uma regra que a criança tem de começar do início se a bola cair. Pode também organizar duas filas de copos e fazer a competição a pares.

O primeiro em cada partida fica selecionado para competir com outro vencedor de uma eliminatória e assim sucessivamente até ficarem apenas dois concorrentes para se conhecer o vencedor.


Essa atividade é ótima para os mais pequenos! Precisa apenas de uma caixa de papelão (pode ser uma caixa grande de ovos também), um pauzinho, gancho (pode ser feito com clips) corda ou barbante e fio ou cordel. Faça cortes em ‘V’ na caixa, amarre a corda no pauzinho e recorte pequenos peixes na cartolina. Pode pedir às crianças para pintarem um fato de pijama nos peixes. Não esqueça de fazer furos nesses peixinhos. Em seguida, dobre o clip, formando um pequeno gancho e prenda-o no fio com um nó. Depois, é começar a pescaria.

Cada criança deve tentar apanhar um peixe com a sua cana de pesca e encaixá-los nos cortes da caixa. Será vencedora a que pescar mais peixes num determinado tempo (pode usar uma ampulheta) ou então pode fazer duas canas de pescar e dar a partida às duas crianças ao mesmo tempo para ver qual delas pesca mais peixes. VER IDEIA


As crianças mais pequenas merecem e podem participar, mesmo quando ainda são bebés. Pode sempre realizar atividades sensoriais sobre ambientes da história, mas também pode decorar as salas dos mais pequeninos, para pendurar sobre os berços ou na entrada da sala. Escolhemos materiais e cores muito suaves e fofas que conferem ao espaço das crianças um sentimento de ternura e felicidade. Assim, só poderão ter sonhos bons. VER IDEIA


É um jogo simples, divertido e que estimula a convivência e a representação.

As crianças dispõem-se em roda. Uma criança oferece-se para fazer de gatinho e vai para o meio da roda e coloca-se em posição de gatas. Depois aproxima-se de uma criança e quando está muito perto (para ela lhe poder fazer festas com a mão) imita um gato, com um miar prolongado e doce (ou do jeito que quiser): - Miau, miau! Ao mesmo tempo, a criança em frente põe a mão na sua cabeça ou na sua cara e diz: - Bichano, Bichaninho! A criança que faz de gatinho, tenta fazer rir, com jeitos de gato, encostando o corpo, abanando o rabo ou com outras expressões, enquanto repete: - Miau, Miau!

A que está sentada em frente, continua a dirigir-se ao gato e diz: - Meu rico gatinho! Se a criança que está a acariciar e a falar com o gato se começar a rir, troca de lugar com o gato e continua o jogo. Se ficar séria durante todo o tempo, o gato vai ter com outra criança e começa de novo.

O objetivo do jogo é fazer rir quem faz festas ao gato. Neste jogo também podem participar os adultos. VER IMAGEM


Antes do jogo começar, coloque dentro de cada balão um rebuçado ou uma goma. A seguir, encha o balão e ate-lhe um fio.

Como jogar?

- Dá a cada criança um balão e ajuda-a a atar ao tornozelo.

- Começa o jogo. As crianças andam a volta da sala a tentar pisar o balão de outra criança para o rebentar. Se conseguir, essa criança fica fora e a que rebentou o balão ganha a guloseima que estava dentro.

- Este jogo é uma espécie de pinhata de balão.

- O jogador que chegar ao fim com o balão que não rebentou é o vencedor.

- Convém ter guloseimas para as crianças que não conseguiram rebentar nenhum balão, é uma espécie de prémio de consolação (pela participação).

VER IMAGEM


Os papagaios costumam mudar as penas. Este processo permite que as aves deixem cair as penas antigas que são substituídas por uma nova plumagem. Nos papagaios a muda acontece a cada um ou dois anos.

O mesmo se passa com o Quincas. Para nos mostrarmos simpáticos e solidários com o nosso amigo, vamos propor uma atividade em que também mudamos de penas.

Para isso, arranje quatro caixas parecidas com a caixa de lenços Kleenex, caixa de luvas descartáveis, ou de sapatos de crianças pequenas. Fala uma abertura na parte frontal da caixa (como na imagem abaixo). Arranje também um cordel para segurar a caixa para que fique atrás das costas atada à volta da barriga. Dentro da caixa coloque bastantes penas coloridas. Teste o tamanho das penas para ver se funciona bem.

O objetivo é as caixas a quatro crianças (ou mais se tiver mais caixas). Eles terão de andar pela sala a abanar o rabo para que as penas caiam todas ao chão. Pode por uma música a acompanhar.

Quando todos conseguirem, chame mais crianças para serem elas a seguir a fazer de Quincas! VER IMAGEM


Trata-se de uma atividade onde participam todos sentados num círculo. As crianças fecham os olhos e põem as mãos abertas atrás das costas. A professora ou educadora dá a volta ao circulo, deixa o botão do Pijama do Quincas, sem ninguém ver, nas mãos de uma criança e vai sentar-se de novo e diz:

“Abram os olhos e ponham as mãos fechadas à vossa frente”.

A professora ou educadora começa dizendo o nome de uma criança (que não seja o nome da criança onde deixou o botão) e inicia uma espécie de canto/cantilena.

Por exemplo, chama pela Joana! E diz:

- Joana!

A Joana responde:

- Quem eu?

A professora diz.

- Tu tens o botão!

A Joana responde:

- Não tenho não! (e abre as mãos para confirmar, as outras crianças continuam com as mãos fechadas à sua frente).

Logo de seguida, todos dizem:

- Quem tem, então?

Agora, passa a ser a Joana a chamar o nome de outro menino da sala, para tentar adivinhar quem tem o botão. Por exemplo, o Ricardo. E diz:

- Ricardo!

O Ricardo responde:

- Quem eu? 

E a cantilena continua... Até que se descobre quem tem o botão, essa criança em vez de dizer: “Não tenho não!”, diz: “Está na minha mão!” E mostra. O jogo pode continuar do princípio, se foi por exemplo o Pedro que adivinhou, é ele agora que vai andar à volta do círculo para escolher uma das crianças onde vai colocar o botão, sem ninguém ver, e o jogo começa e continua da mesma forma. Para crianças mais pequenas, uma auxiliar pode inicialmente ajudar a modelar o jogo, sentando-se sucessivamente ao lado da criança que é chamada para a ajudar a responder e a nomear outra criança. VER IMAGEM


Pode construir um bonito e personalizado relógio de botões para a sua sala. Para isso precisa do seguinte material:

-Botões de várias cores e formas (12)
-1 relógio tipo despertador barato (de uma loja chinesa, por exemplo)
-1 bastidor de madeira para fixar o mostrador de tecido
-Um pouco de tecido à escolha (chita, tipo alinhado, serapilheira, etc...)
-Linha e agulhas (se coser ficará com um ar mais artesanal mas também pode simplesmente colar os botões).

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Há botões de mil formas e cores. As crianças adoram trabalhar com botões. Peça às crianças para trazerem botões para a escola. Utilize tecido, papel ou outros materiais para fazer algumas aplicações nos botões, usando cola por exemplo. Aplique um fio ou um cordão e já está: acabou de fazer um fio único que pode usar juntamente com uma pulseira de botões (ver noutra atividade). E até pode fazer uma passagem de modelos com pulseiras e botões na sala e fazer umas belos fotos.

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As crianças adoram trabalhar com botões. Há botões de mil formas e cores. Peça às crianças para trazerem botões para a escola. Coloque disposição das crianças várias fios de várias cores, por exemplo de lã. As crianças podem escolher botões e aplicar os fios de forma criativa (ver imagem). Pode depois usar as pulseiras juntamente com um fio de botões (ver noutra atividade). E até pode fazer uma passagem de modelos com pulseiras e botões na sala e fazer umas belos fotos.

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Na história “O Botão Invisível” fala-se de um ouriço cacheiro que afinal era uma alfineteira. E se fizéssemos ouriços-cacheiros na nossa sala (noutra atividade é feito com molas de madeira). Pode pedir às crianças para trazerem molas de roupa de madeira de casa ou pode comprar algumas numa loja chinesa, são baratas e dão sempre jeito para várias atividades. Com cartão ou papelão (onde pode desenhar o corpo) e com as molas pode criar um conjunto de ouriços cacheiros (não são em tecido como na história “O Botão Invisível” mas são vistosos e pode colocá-los na sala). As crianças podem pintar o “ouriço cacheiro” na sua cor acastanhada normal ou um mais divertido usando todas as cores disponíveis. Pode As crianças gostam deste tipo de trabalho, são fáceis de fazer e ainda pode falar dos seus hábitos como animais que existem no nosso país.

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Esta é uma atividade simples, mas que é muito divertida e pode envolver toda a sala. Pode montar uma atividade para uma criança (e todas fazerem-na à vez) ou montar duas atividades iguais ao lado uma da outra, podendo participar duas crianças com o objetivo de ver qual é que consegue acabar em primeiro lugar.

Atividade 1 – Apanhar botões de um frasco

Arranje um frasco grande de vidro ou plástico transparentes, com boca larga onde possa entrar a mão de uma criança (também pode ser um frasco de guardar rebuçados de boca larga). Encha o frasco com água e coloque no fundo vários botões coloridos. Se optar por jogarem duas crianças ao mesmo tempo, prepare dois frascos. O objetivo é ao sinal de “começar” a criança conseguir apanhar todos os botões: parece fácil mas não assim tão fácil. É divertido e desenvolve a motricidade fina.

Atividade 2 – Apanhar botões de uma bacia

Uma alternativa à água (que é transparente e a criança poder ver os botões) um pouco mais difícil é usar uma bacia. Em vez de águia, coloque farinha, arroz ou massa, misturando os botões (por exemplo: seis botões). Agora, deve dizer à criança que tem de encontrar os seis botões com as mãos. Como na versão anterior, aqui também pode fazer uma atividade individual ou uma competição a pares.

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É um jogo de movimento para crianças em idade de creche e de jardim de infância.

Material:

- Cartão ou papelão e papel colorido

- Marcador

- Tesouras

- Bacia ou tampa para desenhar o botão

Faça alguns botões gigantes, pintando, colando papel colorido ou tecido em papelão grosso ou cartão resistente, usando uma tampa ou bacia para marcar a forma do botão.

Como jogar?

Coloque os botões espalhados pelo chão. A ideia é pedir às crianças (nomeando cada uma à vez) para se movimentar de um botão para outro. Pode pedir para se deslocarem a caminhar, a saltar ou a gatinhar, dizendo qual a cor do botão para onde se devem mover. Também pode fazer perguntas: Qual é a cor do botão para onde queres ir? Podes ir para o botão vermelho? Podes ir como se fosses (indicar o nome de um animal: gato, cobra, canguru, etc...).

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Faça um painel com um grande coração de botões que as crianças trouxeram de casa e ajudaram a colar.

Escreva uma frase bonita por baixo do coração que tenha a ver com a importância da família ou com as memórias da nossa vida.

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Pode aproveitar o tema dos botões e criar algumas decorações com botões. Podem ser decorações para a sua sala. Por exemplo: pode fazer num quadro forrado a tecido (serapilheira ou outro) uma paisagem para decorar a sua sala. Ou então: pode fazer algumas decorações para colocar na árvore de Natal da sua escola. Por exemplo, árvores, sinos, anjos ... que pode juntar aos enfeites normais, dando assim um caráter mais criativo à árvore de Natal deste ano.

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As crianças em idade de creche (e as mais novas de jardim de infância) adoram fazer enfiamentos e empilhamentos. Esta atividade permite fazê-lo com botões que são muito atrativos para as crianças, pela cor e forma.

Material:

- Caixa de botões grandes

- Fios ”limpa cachimbos” de várias cores

Atividade 1 – Enfiamento de botões

As crianças enfiam os botões nos fios “limpa cachimbos”. Pode pedir para fazerem enfiamentos com vários cores ou então com botões da mesma cor. Para crianças mais velhas pode criar um padrão (por ex: botões – vermelho – vermelho - amarelo – azul – verde - verde) e pedir-lhe para enfiar os botões de acordo com essa padrão.

Atividade 2 – Empilhamento de botões

As crianças em idade de creche gostam de fazer empilhamentos. Peça para empilharem os botões de acordo com a sua cor. 

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Pode parecer complicado fazer asas de fada mas não é. É fácil construi-las e terá um efeito extraordinário na sua sala.

No final, podem fazer um desfile, podem cantar uma canção com as asas ou fazer um pequeno teatro.

Para fazer as asas de uma fada, só precisa de cabides de arame (para criar a forma de libélula – os outras formas mais estilizadas), felpo (para cobrir a ligação entre os dois cabides, para não magoar), fita cola larga, meias calças e para decorar brilhantes, fitas de seda, pequenas pérolas…

Veja como é simples no vídeo. E para os meninos? Pode não fazer diferenças ou pode fazer asas, por exemplo, de cores diferentes ou formas diferentes. Embora as fadas sejam apresentadas como sendo do sexo feminino, nalguns contos aprecem os “fados” ou os “fadem”.

No Conto dos Contos by Samara Moser, ela escreve: "Não havia um fadem ou fada que não celebrasse o nascimento dos netos da rainha".

Ou também pode imaginar “elfos com asas”… não fosse a infância a idade da imaginação. E para as educadoras? por que não fazer com quatro asas ligadas, é só uma ideia…!

Com tantas asas e fadas, de repente, a sua sala vai ficar mágica!

Ver video: https://www.youtube.com/watch?v=DB5iZ5B1Mhg


Esta é outra alternativa para construir asas de fada.

Para a sua construção, use papelão de caixas. Desenhe o molde das asas, poderá fazer só duas por crianças ou, então, quatro. Use o molde para riscar no papelão e, depois, com um X-ato corte as asas.

Preveja furos para poder atar uma fita. Pinte as asas com tinta. Como vai ter deixar de secar a tinta faça um plano de trabalho com o tempo suficiente. Quando ficarem secas, use fitas largas de seda para as prender às costas de cada criança e fazer um laço.

Prático, económico e também bonito pela simplicidade e impacto. Com tantas asas e fadas, de repente, a sua sala vai ficar mágica! Ver imagem do efeito das asas de papelão.

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Divida o grupo das crianças em dois, para jogar na forma de estafeta.

Este jogo também serve para crianças pequenas (de creche, por exemplo). Neste caso, se as crianças forem muito pequenas, jogue individualmente.

Vai precisar de duas colheres de madeira se for jogado em dois grupos (na forma de estafeta).

Cada equipa recebe uma colher de madeira e um cubo de açúcar (isto porque as fadas fazem muitos doces e precisam de transportar açúcar).

Marque a partida. Quando disse “começar”, uma criança de cada grupo avança com a colher segura na mão e com um cubo de açúcar dentro. Deve contornar uma cadeira ou vaso (ou outro objeto) que está do outro lado da sala e voltar ao ponto de partida.

Nesse momento, entrega a colher com o cubo de açúcar a outra criança do seu grupo que faz o mesmo percurso, passando a colher a outra e assim sucessivamente.

Ganha o grupo que acabar primeiro. Há uma regra, se uma criança deixar cair o cubo de açúcar volta à linha de partida e tem de voltar a fazer o percurso antes de poder passar acolher a outra criança do seu grupo.

Para crianças mais velhas, pode acrescentar mais um cubo à colher sempre que uma outra criança sai da partida.


Uma das crianças é a fada-diabrete a quem lhe é entregue uma varinha de condão (e, se possível, umas pequenas asas feitas de cartolina).

A ponta da varinha de condão deve ser macia, para não magoar. Dentro de um espaço definido estão as outras crianças que participam no jogo.

A fada-diabrete procura “apanhar” uma criança. Para isso, tem de lhe tocar com a varinha de condão. Nesse momento, essa criança fica “congelada” e não se pode mexer.

Se outra criança conseguir tocar-lhe com a mão, pode salvá-la. Mas para isso acontecer, depois de ser tocada, as duas (a criança que está “congelada” e a que a tenta salvar) têm de bater palmas e dizer “Eu acredito em fadas”.

Só nesse momento, a criança “congelada” pode voltar a andar e correr. Quando a fada-diabrete tocar em todas as crianças e ficarem todas “congeladas”, então, termina o jogo.

Neste ponto, a fada-diabrete pode escolher outra criança a quem lhe entrega a varinha de condão e as asas começando uma nova partida.


Organize um “fashion show”.

É uma atividade que, na prática, é uma passagem de modelos de fadas. Conforme o tipo de adereços que tiver, e se não puder organizar um “fashion show” de traje completo, realize shows especializados:

- Fashion Show de asas – As crianças podem exibir apenas asas que decoraram na escola ou em casa.

- Fashion Show de tiaras e chapéus - As crianças podem exibir apenas tiaras (as meninas) e os rapazes coroas ou, então, chapéus estilo Peter Pan…

- Fashion Show de varinhas de condão, etc…

Durante o show, use música apropriada, do Lago dos Cisnes (ou do género) ou, então, de filmes de contos de fadas da Disney…

Qualquer Fashion Show precisa de audiência. Neste evento, pode usar uma de três tipos de audiência que se sentará ao lado da passerelle: (1) os pais, ou (2) as crianças de outra sala, ou (3) os peluches das crianças, sentados em fila, dos dois lados, a assistirem ao seu desfile.


Este pequeno jogo pode ser usado com crianças pequenas (creche).

Faça pequenas fadas em cartolina de várias cores (basta cortar o perfil). Ao mesmo tempo, faça cartões onde cola flores de cartolina das mesmas cores das fadas. Cada cartão tem só uma flor de uma só cor.

“Esconda” os cartões na sala, no recreio, ou no jardim… e ofereça uma fada a cada criança. Ao som de “começar”, as crianças têm de procurar e encontrar uma flor que seja da cor da sua fada.

Neste jogo, todos ganham. No fim, dizem todos: "Eu acredito em fadas!".


Todas as fadas (crianças) estão deitadas com os olhos fechados como se estivessem a dormir.

Uma das fadas circula pela sala e tenta acordá-las. Para isso, fala, ri, diz graças ou piadas, faz perguntas, etc… só não pode mexer nas fadas que estão a dormir, mas pode chegar-se muito perto delas.

A última fada a acordar é a vencedora.


Neste jogo divertido é preciso um adulto – torna-se mais engraçado. Pode ser a educadora, a auxiliar ou um pai ou mãe que faça de gnomo.

É definido um espaço onde vai decorrer o jogo. As fadas (as crianças) têm na mão uma varinha de condão.

Quando se disser “começar”, elas tentam tocar o gnomo com a ponta da varinha de condão.

Se conseguirem fazê-lo, ele fica “congelado”. Para se libertar do “feitiço”, o gnomo tem de atirar rebuçados para as fadas.

A seguir, elas continuam atrás do gnomo até lhe tocarem, outra vez, com a varinha de condão. Quando isso acontece, ele volta a ficar “congelado”.

De novo, para se libertar do feitiço tem de atirar mais rebuçados para as fadas. E assim continua… o jogo acaba quando acabarem os rebuçados do gnomo.

Se o gnomo estiver caracterizado com algum adereço, o jogo ainda se torna mais engraçado. No fim, dizem todos: "Eu acredito em fadas!"