Há abraços que transformam uma vida ®


Ideias - ATIVIDADES lúdicas

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  • 1. Apanhador de Sonhos Decorativo para Creche (NOVA)
  • 2. Bichano, Bichaninho, Meu Rico Gatinho! (NOVA)
  • 3. Rebenta o Balão! (NOVA)
  • 4. Abanar o Rabo até Perder as Penas (NOVA)
  • 5. Quem tem o Botão? 
  • 6. Relógio de Botões 
  • 7. Criar Fio com Pingente de Botões 
  • 8. Criar Pulseiras de Botões 
  • 9. Ouriço Cacheiro de Molas 
  • 10. Apanhar Botões de Frascos 
  • 11. Jogo “Salta o Botão” 
  • 12. Coração de Botões 
  • 13. Decorações com Botões 
  • 14. Botões: Enfiamentos e empilhamentos 
  • 15. Construir asas de fadas com cabides e meias-calças
  • 16. Construir asas de fadas de papelão 
  • 17. A colher de madeira das fadas 
  • 18. Jogo da apanhada da fada-diabrete 
  • 19. Fashion show de fadas 
  • 20. Apanhar flores para as fadas 
  • 21. As fadas adormecidas 
  • 22. As fadas apanham o gnomo 
  • 23. Quem roubou o anel da fada? 
  • 24. Os balões das fadas fazem pum-pum 
  • 25. A varinha de condão partida 
  • 26. A estafeta das fadas vestidas 
  • 27. Procurar diamantes e anéis de fada 
  • 28. Jogo de Cartas das Fadas (para o ar livre) 
  • 29. Jogo das unhas pintadas
  • 30. Salto aos donuts em pijama
  • 31. Uma verdadeira aranha princesa
  • 32. Uma teia que apanha bolas de papel
  • 33. O chapéu das oito patas
  • 34. Somos uma teia de aranha
  • 35. A teia de aranha das prendinhas
  • 36. Aranha de pratos
  • 37. Jogo da teia de aranha
  • 38. O cobertor saltitante
  • 39. Que sombra é esta?
  • 40. Painel de fotos com bonecas de papel
  • 41. Limbo com pijamas
  • 42. Palavras com P. de pijama
  • 43. De dia e de noite
  • 44. O engraçado jogo do “nariz e bola"

As crianças mais pequenas merecem e podem participar, mesmo quando ainda são bebés. Pode sempre realizar atividades sensoriais sobre ambientes da história, mas também pode decorar as salas dos mais pequeninos, para pendurar sobre os berços ou na entrada da sala. Escolhemos materiais e cores muito suaves e fofas que conferem ao espaço das crianças um sentimento de ternura e felicidade. Assim, só poderão ter sonhos bons. VER IDEIA


É um jogo simples, divertido e que estimula a convivência e a representação.

As crianças dispõem-se em roda. Uma criança oferece-se para fazer de gatinho e vai para o meio da roda e coloca-se em posição de gatas. Depois aproxima-se de uma criança e quando está muito perto (para ela lhe poder fazer festas com a mão) imita um gato, com um miar prolongado e doce (ou do jeito que quiser): - Miau, miau! Ao mesmo tempo, a criança em frente põe a mão na sua cabeça ou na sua cara e diz: - Bichano, Bichaninho! A criança que faz de gatinho, tenta fazer rir, com jeitos de gato, encostando o corpo, abanando o rabo ou com outras expressões, enquanto repete: - Miau, Miau!

A que está sentada em frente, continua a dirigir-se ao gato e diz: - Meu rico gatinho! Se a criança que está a acariciar e a falar com o gato se começar a rir, troca de lugar com o gato e continua o jogo. Se ficar séria durante todo o tempo, o gato vai ter com outra criança e começa de novo.

O objetivo do jogo é fazer rir quem faz festas ao gato. Neste jogo também podem participar os adultos. VER IMAGEM


Antes do jogo começar, coloque dentro de cada balão um rebuçado ou uma goma. A seguir, encha o balão e ate-lhe um fio.

Como jogar?

- Dá a cada criança um balão e ajuda-a a atar ao tornozelo.

- Começa o jogo. As crianças andam a volta da sala a tentar pisar o balão de outra criança para o rebentar. Se conseguir, essa criança fica fora e a que rebentou o balão ganha a guloseima que estava dentro.

- Este jogo é uma espécie de pinhata de balão.

- O jogador que chegar ao fim com o balão que não rebentou é o vencedor.

- Convém ter guloseimas para as crianças que não conseguiram rebentar nenhum balão, é uma espécie de prémio de consolação (pela participação).

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Os papagaios costumam mudar as penas. Este processo permite que as aves deixem cair as penas antigas que são substituídas por uma nova plumagem. Nos papagaios a muda acontece a cada um ou dois anos.

O mesmo se passa com o Quincas. Para nos mostrarmos simpáticos e solidários com o nosso amigo, vamos propor uma atividade em que também mudamos de penas.

Para isso, arranje quatro caixas parecidas com a caixa de lenços Kleenex, caixa de luvas descartáveis, ou de sapatos de crianças pequenas. Fala uma abertura na parte frontal da caixa (como na imagem abaixo). Arranje também um cordel para segurar a caixa para que fique atrás das costas atada à volta da barriga. Dentro da caixa coloque bastantes penas coloridas. Teste o tamanho das penas para ver se funciona bem.

O objetivo é as caixas a quatro crianças (ou mais se tiver mais caixas). Eles terão de andar pela sala a abanar o rabo para que as penas caiam todas ao chão. Pode por uma música a acompanhar.

Quando todos conseguirem, chame mais crianças para serem elas a seguir a fazer de Quincas! VER IMAGEM


Trata-se de uma atividade onde participam todos sentados num círculo. As crianças fecham os olhos e põem as mãos abertas atrás das costas. A professora ou educadora dá a volta ao circulo, deixa o botão do Pijama do Quincas, sem ninguém ver, nas mãos de uma criança e vai sentar-se de novo e diz:

“Abram os olhos e ponham as mãos fechadas à vossa frente”.

A professora ou educadora começa dizendo o nome de uma criança (que não seja o nome da criança onde deixou o botão) e inicia uma espécie de canto/cantilena.

Por exemplo, chama pela Joana! E diz:

- Joana!

A Joana responde:

- Quem eu?

A professora diz.

- Tu tens o botão!

A Joana responde:

- Não tenho não! (e abre as mãos para confirmar, as outras crianças continuam com as mãos fechadas à sua frente).

Logo de seguida, todos dizem:

- Quem tem, então?

Agora, passa a ser a Joana a chamar o nome de outro menino da sala, para tentar adivinhar quem tem o botão. Por exemplo, o Ricardo. E diz:

- Ricardo!

O Ricardo responde:

- Quem eu? 

E a cantilena continua... Até que se descobre quem tem o botão, essa criança em vez de dizer: “Não tenho não!”, diz: “Está na minha mão!” E mostra. O jogo pode continuar do princípio, se foi por exemplo o Pedro que adivinhou, é ele agora que vai andar à volta do círculo para escolher uma das crianças onde vai colocar o botão, sem ninguém ver, e o jogo começa e continua da mesma forma. Para crianças mais pequenas, uma auxiliar pode inicialmente ajudar a modelar o jogo, sentando-se sucessivamente ao lado da criança que é chamada para a ajudar a responder e a nomear outra criança. VER IMAGEM


Pode construir um bonito e personalizado relógio de botões para a sua sala. Para isso precisa do seguinte material:

-Botões de várias cores e formas (12)
-1 relógio tipo despertador barato (de uma loja chinesa, por exemplo)
-1 bastidor de madeira para fixar o mostrador de tecido
-Um pouco de tecido à escolha (chita, tipo alinhado, serapilheira, etc...)
-Linha e agulhas (se coser ficará com um ar mais artesanal mas também pode simplesmente colar os botões).

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Há botões de mil formas e cores. As crianças adoram trabalhar com botões. Peça às crianças para trazerem botões para a escola. Utilize tecido, papel ou outros materiais para fazer algumas aplicações nos botões, usando cola por exemplo. Aplique um fio ou um cordão e já está: acabou de fazer um fio único que pode usar juntamente com uma pulseira de botões (ver noutra atividade). E até pode fazer uma passagem de modelos com pulseiras e botões na sala e fazer umas belos fotos.

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As crianças adoram trabalhar com botões. Há botões de mil formas e cores. Peça às crianças para trazerem botões para a escola. Coloque disposição das crianças várias fios de várias cores, por exemplo de lã. As crianças podem escolher botões e aplicar os fios de forma criativa (ver imagem). Pode depois usar as pulseiras juntamente com um fio de botões (ver noutra atividade). E até pode fazer uma passagem de modelos com pulseiras e botões na sala e fazer umas belos fotos.

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Na história “O Botão Invisível” fala-se de um ouriço cacheiro que afinal era uma alfineteira. E se fizéssemos ouriços-cacheiros na nossa sala (noutra atividade é feito com molas de madeira). Pode pedir às crianças para trazerem molas de roupa de madeira de casa ou pode comprar algumas numa loja chinesa, são baratas e dão sempre jeito para várias atividades. Com cartão ou papelão (onde pode desenhar o corpo) e com as molas pode criar um conjunto de ouriços cacheiros (não são em tecido como na história “O Botão Invisível” mas são vistosos e pode colocá-los na sala). As crianças podem pintar o “ouriço cacheiro” na sua cor acastanhada normal ou um mais divertido usando todas as cores disponíveis. Pode As crianças gostam deste tipo de trabalho, são fáceis de fazer e ainda pode falar dos seus hábitos como animais que existem no nosso país.

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Esta é uma atividade simples, mas que é muito divertida e pode envolver toda a sala. Pode montar uma atividade para uma criança (e todas fazerem-na à vez) ou montar duas atividades iguais ao lado uma da outra, podendo participar duas crianças com o objetivo de ver qual é que consegue acabar em primeiro lugar.

Atividade 1 – Apanhar botões de um frasco

Arranje um frasco grande de vidro ou plástico transparentes, com boca larga onde possa entrar a mão de uma criança (também pode ser um frasco de guardar rebuçados de boca larga). Encha o frasco com água e coloque no fundo vários botões coloridos. Se optar por jogarem duas crianças ao mesmo tempo, prepare dois frascos. O objetivo é ao sinal de “começar” a criança conseguir apanhar todos os botões: parece fácil mas não assim tão fácil. É divertido e desenvolve a motricidade fina.

Atividade 2 – Apanhar botões de uma bacia

Uma alternativa à água (que é transparente e a criança poder ver os botões) um pouco mais difícil é usar uma bacia. Em vez de águia, coloque farinha, arroz ou massa, misturando os botões (por exemplo: seis botões). Agora, deve dizer à criança que tem de encontrar os seis botões com as mãos. Como na versão anterior, aqui também pode fazer uma atividade individual ou uma competição a pares.

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É um jogo de movimento para crianças em idade de creche e de jardim de infância.

Material:

- Cartão ou papelão e papel colorido

- Marcador

- Tesouras

- Bacia ou tampa para desenhar o botão

Faça alguns botões gigantes, pintando, colando papel colorido ou tecido em papelão grosso ou cartão resistente, usando uma tampa ou bacia para marcar a forma do botão.

Como jogar?

Coloque os botões espalhados pelo chão. A ideia é pedir às crianças (nomeando cada uma à vez) para se movimentar de um botão para outro. Pode pedir para se deslocarem a caminhar, a saltar ou a gatinhar, dizendo qual a cor do botão para onde se devem mover. Também pode fazer perguntas: Qual é a cor do botão para onde queres ir? Podes ir para o botão vermelho? Podes ir como se fosses (indicar o nome de um animal: gato, cobra, canguru, etc...).

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Faça um painel com um grande coração de botões que as crianças trouxeram de casa e ajudaram a colar.

Escreva uma frase bonita por baixo do coração que tenha a ver com a importância da família ou com as memórias da nossa vida.

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Pode aproveitar o tema dos botões e criar algumas decorações com botões. Podem ser decorações para a sua sala. Por exemplo: pode fazer num quadro forrado a tecido (serapilheira ou outro) uma paisagem para decorar a sua sala. Ou então: pode fazer algumas decorações para colocar na árvore de Natal da sua escola. Por exemplo, árvores, sinos, anjos ... que pode juntar aos enfeites normais, dando assim um caráter mais criativo à árvore de Natal deste ano.

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As crianças em idade de creche (e as mais novas de jardim de infância) adoram fazer enfiamentos e empilhamentos. Esta atividade permite fazê-lo com botões que são muito atrativos para as crianças, pela cor e forma.

Material:

- Caixa de botões grandes

- Fios ”limpa cachimbos” de várias cores

Atividade 1 – Enfiamento de botões

As crianças enfiam os botões nos fios “limpa cachimbos”. Pode pedir para fazerem enfiamentos com vários cores ou então com botões da mesma cor. Para crianças mais velhas pode criar um padrão (por ex: botões – vermelho – vermelho - amarelo – azul – verde - verde) e pedir-lhe para enfiar os botões de acordo com essa padrão.

Atividade 2 – Empilhamento de botões

As crianças em idade de creche gostam de fazer empilhamentos. Peça para empilharem os botões de acordo com a sua cor. 

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Pode parecer complicado fazer asas de fada mas não é. É fácil construi-las e terá um efeito extraordinário na sua sala.

No final, podem fazer um desfile, podem cantar uma canção com as asas ou fazer um pequeno teatro.

Para fazer as asas de uma fada, só precisa de cabides de arame (para criar a forma de libélula – os outras formas mais estilizadas), felpo (para cobrir a ligação entre os dois cabides, para não magoar), fita cola larga, meias calças e para decorar brilhantes, fitas de seda, pequenas pérolas…

Veja como é simples no vídeo. E para os meninos? Pode não fazer diferenças ou pode fazer asas, por exemplo, de cores diferentes ou formas diferentes. Embora as fadas sejam apresentadas como sendo do sexo feminino, nalguns contos aprecem os “fados” ou os “fadem”.

No Conto dos Contos by Samara Moser, ela escreve: "Não havia um fadem ou fada que não celebrasse o nascimento dos netos da rainha".

Ou também pode imaginar “elfos com asas”… não fosse a infância a idade da imaginação. E para as educadoras? por que não fazer com quatro asas ligadas, é só uma ideia…!

Com tantas asas e fadas, de repente, a sua sala vai ficar mágica!

Ver video: https://www.youtube.com/watch?v=DB5iZ5B1Mhg


Esta é outra alternativa para construir asas de fada.

Para a sua construção, use papelão de caixas. Desenhe o molde das asas, poderá fazer só duas por crianças ou, então, quatro. Use o molde para riscar no papelão e, depois, com um X-ato corte as asas.

Preveja furos para poder atar uma fita. Pinte as asas com tinta. Como vai ter deixar de secar a tinta faça um plano de trabalho com o tempo suficiente. Quando ficarem secas, use fitas largas de seda para as prender às costas de cada criança e fazer um laço.

Prático, económico e também bonito pela simplicidade e impacto. Com tantas asas e fadas, de repente, a sua sala vai ficar mágica! Ver imagem do efeito das asas de papelão.

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Divida o grupo das crianças em dois, para jogar na forma de estafeta.

Este jogo também serve para crianças pequenas (de creche, por exemplo). Neste caso, se as crianças forem muito pequenas, jogue individualmente.

Vai precisar de duas colheres de madeira se for jogado em dois grupos (na forma de estafeta).

Cada equipa recebe uma colher de madeira e um cubo de açúcar (isto porque as fadas fazem muitos doces e precisam de transportar açúcar).

Marque a partida. Quando disse “começar”, uma criança de cada grupo avança com a colher segura na mão e com um cubo de açúcar dentro. Deve contornar uma cadeira ou vaso (ou outro objeto) que está do outro lado da sala e voltar ao ponto de partida.

Nesse momento, entrega a colher com o cubo de açúcar a outra criança do seu grupo que faz o mesmo percurso, passando a colher a outra e assim sucessivamente.

Ganha o grupo que acabar primeiro. Há uma regra, se uma criança deixar cair o cubo de açúcar volta à linha de partida e tem de voltar a fazer o percurso antes de poder passar acolher a outra criança do seu grupo.

Para crianças mais velhas, pode acrescentar mais um cubo à colher sempre que uma outra criança sai da partida.


Uma das crianças é a fada-diabrete a quem lhe é entregue uma varinha de condão (e, se possível, umas pequenas asas feitas de cartolina).

A ponta da varinha de condão deve ser macia, para não magoar. Dentro de um espaço definido estão as outras crianças que participam no jogo.

A fada-diabrete procura “apanhar” uma criança. Para isso, tem de lhe tocar com a varinha de condão. Nesse momento, essa criança fica “congelada” e não se pode mexer.

Se outra criança conseguir tocar-lhe com a mão, pode salvá-la. Mas para isso acontecer, depois de ser tocada, as duas (a criança que está “congelada” e a que a tenta salvar) têm de bater palmas e dizer “Eu acredito em fadas”.

Só nesse momento, a criança “congelada” pode voltar a andar e correr. Quando a fada-diabrete tocar em todas as crianças e ficarem todas “congeladas”, então, termina o jogo.

Neste ponto, a fada-diabrete pode escolher outra criança a quem lhe entrega a varinha de condão e as asas começando uma nova partida.


Organize um “fashion show”.

É uma atividade que, na prática, é uma passagem de modelos de fadas. Conforme o tipo de adereços que tiver, e se não puder organizar um “fashion show” de traje completo, realize shows especializados:

- Fashion Show de asas – As crianças podem exibir apenas asas que decoraram na escola ou em casa.

- Fashion Show de tiaras e chapéus - As crianças podem exibir apenas tiaras (as meninas) e os rapazes coroas ou, então, chapéus estilo Peter Pan…

- Fashion Show de varinhas de condão, etc…

Durante o show, use música apropriada, do Lago dos Cisnes (ou do género) ou, então, de filmes de contos de fadas da Disney…

Qualquer Fashion Show precisa de audiência. Neste evento, pode usar uma de três tipos de audiência que se sentará ao lado da passerelle: (1) os pais, ou (2) as crianças de outra sala, ou (3) os peluches das crianças, sentados em fila, dos dois lados, a assistirem ao seu desfile.


Este pequeno jogo pode ser usado com crianças pequenas (creche).

Faça pequenas fadas em cartolina de várias cores (basta cortar o perfil). Ao mesmo tempo, faça cartões onde cola flores de cartolina das mesmas cores das fadas. Cada cartão tem só uma flor de uma só cor.

“Esconda” os cartões na sala, no recreio, ou no jardim… e ofereça uma fada a cada criança. Ao som de “começar”, as crianças têm de procurar e encontrar uma flor que seja da cor da sua fada.

Neste jogo, todos ganham. No fim, dizem todos: "Eu acredito em fadas!".


Todas as fadas (crianças) estão deitadas com os olhos fechados como se estivessem a dormir.

Uma das fadas circula pela sala e tenta acordá-las. Para isso, fala, ri, diz graças ou piadas, faz perguntas, etc… só não pode mexer nas fadas que estão a dormir, mas pode chegar-se muito perto delas.

A última fada a acordar é a vencedora.


Neste jogo divertido é preciso um adulto – torna-se mais engraçado. Pode ser a educadora, a auxiliar ou um pai ou mãe que faça de gnomo.

É definido um espaço onde vai decorrer o jogo. As fadas (as crianças) têm na mão uma varinha de condão.

Quando se disser “começar”, elas tentam tocar o gnomo com a ponta da varinha de condão.

Se conseguirem fazê-lo, ele fica “congelado”. Para se libertar do “feitiço”, o gnomo tem de atirar rebuçados para as fadas.

A seguir, elas continuam atrás do gnomo até lhe tocarem, outra vez, com a varinha de condão. Quando isso acontece, ele volta a ficar “congelado”.

De novo, para se libertar do feitiço tem de atirar mais rebuçados para as fadas. E assim continua… o jogo acaba quando acabarem os rebuçados do gnomo.

Se o gnomo estiver caracterizado com algum adereço, o jogo ainda se torna mais engraçado. No fim, dizem todos: "Eu acredito em fadas!"


Neste jogo, as crianças sentam-se numa roda.

Estenda um fio (cordel ou fita) que deve ficar agarrada pelas duas mãos de cada criança formando um grande círculo.

Um anel (ou algo pequeno com a sua forma) deve ser enfiado dentro do fio, fazendo-se um nó nas pontas para ficar um círculo completamente fechado. Assim, o anel (da fada-rainha ou de uma fada com outro nome que queira escolher) pode deslizar dentro do fio e passar de criança para criança.

Se tiver tiaras ou outros adereços peça às crianças para usá-los para o ambiente ficar mais mágico.

Durante o jogo, pode haver música de fundo apropriada.

Explique a todas as crianças que as fadas são muito brincalhonas e que alguém vai tentar roubar o anel da fada-rainha.

Uma das crianças vai para o meio da roda e faz de fada-rainha (pode usar uma coroa, se houver) e fecha os olhos durante 10 segundos, contados pela educadora ou professora.

No fim do tempo, toca um sininho (ou outro sinal).

Enquanto se contam os 10 segundos, o anel vai sendo empurrado e passado de mão em mão, de criança para criança, dentro do fio.

Quando o sininho tocar, a “fada-rainha” abre os olhos e tenta adivinhar qual é a fada que tem o anel “roubado”. Tem direito a tentar adivinhar três vezes em cada jogada.

Se acertar a fada que tinha o anel roubado troca de lugar e vai para o meio fazer de “fada-rainha”. Se não adivinhar, ela fecha de novo os olhos, o jogo continua e ela tenta novamente três vezes.


Encha balões e lá dentro, se quiser, coloque brilhantes ou purpurinas (“Pós de fada”).

As crianças da sua sala vão ser as fadas (para se sentirem na personagem, podem colocar um adereço como uma tiara, por ex. de cartolina, com pérolas e penas que fizeram antes na sala para aumentar o efeito mágico do momento).

No jardim (ou recreio), ate um balão a cada uma das pernas de cada fada.

Diga “começar” e, nesse momento, o objetivo das fadas (crianças) é pisar (rebentar com os pés) os dois balões que estão atados às suas pernas.

Ganha a que rebentar primeiro os dois balões.

Outra variante, é encher apenas um balão com “pós de fada” e a fada que tiver a sorte de encontrar os “pós de fada” é a vencedora.


A varinha de condão da fada-rainha partiu-se (foi talvez obra da fada-diabrete) e ficou sem a ponta.

As crianças têm de reparar a varinha de condão.

Num bocado de cartão, papel de cenário ou papelão colocado na parede, a educadora ou professor desenha um varinha simples (sem a estrela ou outro símbolo mágico na ponta).

No papel, à volta da varinha sem ponta, pode colocar purpurinas ou outros efeitos para dar mais brilho ao ambiente.

Entretanto, as crianças já tinham feito com cartolina estrelas de cartolina, corações, etc colocando o seu nome … Nas costas destas pontas feitas em cartolina, coloque fita cola dupla apropriada.

Para o jogo começar coloque uma venda nos olhos de cada criança (um tecido acetinado, por exemplo).

Peça a cada uma para ir colocar a sua “estrela” o mais próximo possível da ponta da varinha. No final, tiram as vendas e vêem o resultado.

Quem ficou mais perto? Quem ganhou? Aplausos para todos.


Neste jogo (ao ar livre ou na sala com espaço amplo), as crianças têm de vestir-se de fadas e correr até à linha da meta.

Arranje pelo duas vestimentas de fadas (vestes coloridas, engraçadas, asas de enfiar facilmente nos braços, uma varinha de condão, chinelos com pompons, colares e o mais que quiser juntar…).

Depois, organize dois grupos com as suas crianças (dê nomes diferentes a cada grupo: as “fadas …” contra as “fadas …”.

Marque a linha de partida e um ponto para voltar para trás. Coloque o “monte” das roupas na linha de partida. Apite ou diga “Começar”.

A primeira criança de cada grupo (correm ao lado um do outro) veste-se de fada, coloca as asas e começa a correr, batendo as asas com o movimento dos braços.

Dá a volta e regressa à partida, onde tira a roupa. Nesse momento, a segunda criança do seu grupo veste-se com os mesmos adereços, diz "Eu acredito em fadas" e repete a corrida.

E continua assim, criança após criança. A equipa que primeiro chegar ao fim ganha.


Use, nesta atividade, uma caixa de sapatos grande.

Encha a caixa de sapatos (pode decorar a caixa para parecer mais “mágica”) de areia branca fina ou de farinha, que passam a ser “pós de fada”.

No interior esconda diamantes (imitações de plástico) e ouro (imitações de anéis), antes de começar o o jogo (sem as crianças verem).

Para criar mais drama, pode usar uma varinha de condão para fazer inicialmente um movimento sobre a caixa, dizendo às crianças que, agora, existem diamantes e anéis de ouro escondidos dentro da caixa que elas podem encontrar.

À vez, cada criança mete a mão dentro da caixa para apanhar um punhado de “pós” de fada (de uma vez só). A seguir, deve deixar cair o “pó de fada” por entre os seus dedos dentro de outra caixa ao lado.

Quem encontrar na sua mão diamantes ou anéis de ouro ganha essa peça e fica a ver os outros jogar.

Se deixar cair os diamantes ou os anéis por entre os dedos, no meio dos “pós de fada” não os ganha.

Numa variante do jogo, os rapazes procuram anéis e as meninas diamantes. Neste caso, só ganham se encontrarem a jóia que procuram.


Inspirados no tema do livro “A Fada Partiu a Asa” foi criado um conjunto de 26 cartas com as personagens da história. Trata-se de um jogo de ação para jogar ao ar livro e em grupo.

As crianças hoje passam muito do seu tempo no interior, muito ligadas às tecnologias, e cada vez menos em contacto direto com a natureza. Organize uma saída ao exterior. Um pequeno jardim, um pequeno bosque … numa área de vegetação mais “espontânea” (não precisa de ser longe, nem especialmente grande) é o cenário ideal para uma passeio-aventura. Utilize as cartas para criar momentos divertidos e de cooperação entre as crianças. As cartas podem ser tiradas à sorte num determinado lugar. Ou, então, podem ser escondidas e a educadora ou professora deve dar “pistas” para que sejam encontradas ao longo do percurso. Quando chegarem ao fim e realizarem todas ações das cartas, as crianças juntam-se e dizem “eu acredito em fadas”. Ver IMAGEM PDF.


É uma atividade original. Podem participar todas as crianças ou, então, as meninas da sala que, normalmente, têm um interesse especial por este tipo de atividade. Para jogar este jogo, é necessário frasquinhos com várias cores de verniz das unhas (de preferência para criança, não tóxicos). Há várias formas de jogar. Por exemplo, pode ser construído um círculo com uma seta-ponteiro que se pode fazer girar. Também se pode colocar uma música que a educadora desligará de repente (quando o frasquinho passa de mão em mão). Ou a própria criança pode tirar uma cor à sorte de dentro de uma caixa. Qualquer que seja o método a ideia é escolher uma cor de verniz (entre as várias existentes) que será atribuída, à sorte, a uma criança, através do método usado. A criança sozinha ou com ajuda aplica o verviz numa das suas unhas das mãos (e, também dos pés, se tiver sido assim combinado). A seguir, passa a vez a outra menina e assim sucessivamente (girando em círculo) até se pintarem todos os dedos das mãos e dos pés. Se houver mais do que um frasquinho de cada cor, pode-se tirar à sorte para duas crianças ao mesmo tempo, o que permite fazer a atividade mais rapidamente. 

Material necessário: frasquinhos com várias cores de verniz das unhas (de preferência para criança, não tóxicos, cartolina, tesoura e cola


No Dia do Pijama faz sempre falta uns docinhos ou um lanche especial. Aqui, sugerimos uma atividade engraçada, diferente e também muito doce.

Pendure de dois a quatro donuts de um fio (é mais engraçado a atividade ser feita com várias crianças ao mesmo tempo, enquanto as outras assistem sentadas na roda).

Ponha uma música a tocar ou peça às outras crianças para baterem palmas. Se não tiver donuts, pode usar bolachas tipo Oreo ou semelhantes.

Com as mãos atrás das costas (não é permitido usar as mãos), as crianças, depois de ouvirem um sinal dado pela educadora ou professora, têm de tentar comer os donuts. Claro, é de esperar de quem está a ver muitas risadas e boa disposição... VER IMAGEM

Material necessário: fio, bolachas ou donuts;


Esta proposta resulta muito bem, é muito colorida e fácil de fazer.

A ideia é esta:

Cada criança faz uma aranha-princesa tentando imitar a “Como-é-que-se-diz” do livro “A Aranha Delicada”. Depois, cada criança poderá ”colocar” a aranha, sempre que a educadora ou a professora estiver a contar a história para se sentir mais dentro do espírito dos personagens. Para fazer esta aranha, use uma placa de esponja de cerca de um centímetro de espessura cinzenta. Se a esponja for creme pode pintá-la de cinza ou preto. Faça quatro buracos para enfiar os dedos na parte de baixo do círculo de esponja (que faz de cabeça) e depois cole a boca e oito olhos por cima.

A parte mais original deste trabalho são as patas: quatro são representadas pelos próprios dedos das crianças (podem pintar as unhas de preto) e as outras quarto (duas de cada lado) são feitas de “fio de cachimbo” que muitas salas têm para fazer trabalhos. Estas patas são também enfiadas e passam por detrás do círculo de esponja ligando os furos de um lado ao outro. No círculo de esponja (cabeça da aranha), à frente ou atrás, pode colocar pintas cor de cereja se a quiser associar à aranha-princesa da história. VER IMAGEM

Material necessário: placa de esponja, papel, cola, “fio de cachimbo”


As teias de aranha foram feitas para apanhar insetos, como moscas e mosquitos. Desta vez, no entanto, vamos fazer uma teia para apanhar bolas de papel. Utilize fita de papel dos pintores e crie uma teia de aranha entre os aros de uma porta, por exemplo. Reforçe as fitas com outras coladas por cima e cole uma fita de papel nas costas de outra fita para que a superfície da cola fique à vista. Faça algumas bolas (leves) de papel de folhas de revistas ou de papel de seda. Coloque as bolas dentro de uma caixa ou cesto. Por exemplo, oito bolas. À vez e a uma distância de acordo com a idade, peça às crianças para atirarem as bolas para ver se a teia as consegue apanhar. Explique que é assim que as teias apanham os insetos pois também têm uma cola natural nos fios de seda da teia. Ganha o jogo, a criança que conseguir mais bolas presas na teia. VER IMAGEM

Material necessário: fita de papel, folhas de revistas ou papel de seda, caixa


Como a aranha-princesa da história “A Aranha Delicada”, as aranhas têm oito patas e oito olhos. Para lembrar as crianças desta característica dos aracnídeos e para desenvolver a motricidade fina, a proposta é fazer chapéus de aranha para as crianças usarem. Cada uma pode cortar oito patas de cartolina para serem coladas num aro de papel, à medida das suas cabeças. Na frente, podem ser colados oito olhos. Com todas as crianças pode-se, depois, fazer um desfile na sala, tirar fotos e, por não, levar os chapéus para casa. Será um pretexto as crianças para falarem com os pais sobre as aventuras do livro da aranha-princesa "A Aranha Delicada". VER IMAGEM

Material necessário: cartolina, tesoura e cola


A ideia desta atividade é construir, na sala, uma teia de aranha em que as crianças fazem parte dela. Para isso, as crianças devem ficar de pé ou sentadas em roda. A educadora deve entregar um grande novelo de lã ou de cordel a uma criança que fica com a ponta do fio, a seguir, o novelo passa para as mãos de outra criança do lado oposto da roda (poderá ser entregue por uma criança ou atirado pelo ar com a ajuda dos adultos da sala. O novelo deve continuar a passar de mão em mão, cruzando os fios de um lado para o outro. A dificuldade desta actividade com crianças pequenas está no facto de cada um ter de segurar bem o fio nas suas mãos para se manterem bem esticados. Quando todas estiveram a segurar o fio nas suas mãos, está pronta a teia. Nesse momento, devem levantá-la para se fazer uma bonita foto pé. A seguir, pode-se “jogar” com a teia para apanhar insetos que serão as crianças da sala. Para isso, as crianças continuam a esticar os fios mas colocam a teia no chão. Uma criança de cada vez vai para dentro da teia, no lugar onde quiser ficar, no meio do entrelaçado mas sem pisar os fios. Ao sinal da educadora as crianças levantam a teia e a criança fica caçada no meio da teia. Pode-se fazer uma foto e continuar o processo fazendo passar todas as crianças, à vez, pelo meio da teia em que cada uma faz o lugar de um inseto. VER IMAGEM

Material necessário: Um novelo de lã ou cordel e uma máquina fotográfica


Esta atividade é também um jogo colaborativo e pode ser feita dentro de uma sala ou no exterior. Deve começar por arranjar uma saco de chupa-chupas (ou de pequenos brinquedos) que cheguem para todas as crianças. A cada chupa-chupa (ou à prendinha escolhida) deve atar um fio de 3 a 5 metros, utilizando cores diferentes de fios. Coloque os chupa-chupas no centro e depois pegue em cada uma das pontas soltas e contorne objetos da sala: cadeiras, mesas, puxadores, cabides ou peças de mobília, etc… À medida que for contornando os objetos com o fio, cruze o fio com os fios já colocados (se a atividade for no exterior, contorne árvores, arbustos, mobiliário exterior, etc…). Depois de rodear os objetos com o fio, deixe uma ponta para trazer para o local de partida. Entregue a ponta de cada fio a uma das crianças da sala. Quando tudo estiver pronto, ao sinal de partida, as crianças começam a “enrolar” o seu fio, caminhando à volta dos objetos por onde o fio está passado, ou passando por cima ou por baixo do fio das outras crianças, para o que será necessária a sua colaboração, tentando chegar ao seu chupa-chupa (ou à prendinha escolhida). No fim, todas as crianças vão conseguir o seu prémio. Se a sala tiver muitas crianças, poderá fazer o jogo em grupos de quatro ou cinco de cada vez. VER IMAGEM

Material necessário: saco de chupa-chupas ou pequenos brinquedos (ou prendinhas), fio


Nesta atividade, pode juntar o útil ao agradável. Utilize pratos de papel para fazer teias de aranha que depois pode pendurar para enfeitar a sua sala. Em cada prato de papel retire o círculo interior deixando apenas a borda do prato. Faça furos a toda a volta junto da parte interior do prato. As crianças mais velhas podem fazer os furos e as mais novas devem receber o aro do prato já com os furos feitos. Utilize fios de lã (para uma decoração mais tradicional pode usar fio de lã de cor branca ou beje e pintar o prato em preto – o resultado final será mais parecido com uma teia de aranha normal). Mas também pode usar fios de lã de várias cores para dar um efeito mais fantasioso à sala. Para facilitar o enfiamento da lã nos furos, ate à ponta do fio um travessão simples do cabelo. Com esta simples técnica até as crianças de idade de creche, em especial as de dois anos, podem participar e fazer a sua teia, não fosse esta idade o tempo por excelência dos enfiamentos. Os fios da lã devem atravessar de um lado para o outro, para ficar um entrançado. No centro da teia poderá colar uma aranha, feita em papel ou daquelas que sobraram do Halloween. No final, é só pendurar todas as obras de arte das crianças na sua sala. VER IMAGEM

Material necessário: pratos de papel, fios de lã, tesoura, travessão


Este é um pequeno jogo que pode ser facilmente organizado num espaço da sala. É um jogo de balanço e equilíbrio, onde é necessário passar por cima de alguns obstáculos.

Com fita de papel de pintor ou fita isoladora de eletricista desenhe uma teia no chão (pode ser inteira ou metade), assinalando a “casa da partida" e a “casa da chegada".

Coloque dentro da teia algumas aranhas (imitações, naturalmente) e, para tornar o jogo mais interessante, pode nalguns cruzamentos dos fios, colocar também algumas figuras de fantasmas ou de "bichos da traça" se quiser ligar o jogo à história.

Para as crianças mais velhas pode estabelecer-se como regra que devem percorrer a teia nas pontas dos dedos dos pés. Quando uma criança colocar os pés fora da teia terá de começar do princípio e todas as outras crianças que estão a assistir podem fazer um som especial, assinalando a queda dentro da teia. Podem fazer outro som diferente quando alguém chegar ao fim.

O objetivo de cada criança é começar na casa da partida e percorrer a teia até à chegada, mantendo sempre os pés em cima do fio da teia (pode escolher o percurso que quiser, andando para trás e paraca frente), tendo de passar por cima dos fantasmas (ou das traças) e, à media que vai avançando, apanhar com a mão todas as aranhas.

A educadora se quiser pode verificar o tempo para ver quem fez o percurso mais rapidamente ou, então, fixar um tempo máximo e ver quantas aranhas cada um conseguiu apanhar. VER IMAGEM

Material necessário: fita de papel ou fita isoladora, papel ou cartolina


Estenda um cobertor de tamanho de uma cama de adulto e peça às crianças vestidas de pijama para segurarem com as mãos, distribuindo-as a toda a volta.Use um aparelho de música e escolha uma canção com momentos fortes e outras piano. Ou, então, use o controlo de volume para colocar a música mais baixa ou mais alta. No centro do cobertor coloque todos os peluches das crianças faça balouçar o cobertor, com o impulso das crianças. Quando estão todos os peluches, devem fazer um movimento devagar, dizendo “está pesado”. Depois, ligue a música e coloque um peluche de cada vez. Controle a altura do som, ao longo da música. As crianças devem fazer um movimento lento (para música baixa) ou um movimento mais rápido para música cada vez mais alta. Vá trocando de peluche ou colocando mais peluches no cobertor. Pode registar o peluche que subiu mais alto ou quantos caíram fora.

Material necessário: aparelho de música, cobertores e peluches.


Colocar um lençol pendurado. Atrás, uma criança escolhe um objeto que está dentro de uma caixa e que pertence à sala (boneca, tesoura, lápis, chapéu, copo, escova de dentes….). A educadora ou outra criança segura e liga uma lanterna ou usa o projetor de acetados. A criança que segura o objeto deve colocá-lo entre a lanterna e o lençol. As outras crianças estão sentadas do outro lado. Quem adivinhar troca de lugar e passa a ser a criança com a possibilidade de escolher e segurar noutro objeto da caixa. E, assim, sucessivamente…

Material necessário: lençol e lanterna.


Ver no Guia - bonecas de papel

Faça bonecas de papel. No lugar das caras, cole as fotografias reais de cada criança (por exemplo, a que usa normalmente para identificar os seus trabalhos). Com o conjunto das bonecas pode criar um painel, por exemplo, de aniversários, ou uma composição temática (onde podem aparecer todas as crianças) ou em alternativa, pode representar as crianças deitadas e cobertas, como se estivessem preparadas para dormir (associando-se ao tema do Dia do Pijama).


As festas quando as crianças têm o pijama vestido proporcionam momentos engraçados. Escolha uma música divertida para dançar. Seleccione duas crianças ou adultos para segurar numa corda, distanciadas entre si em cerca de 2 metros. As restantes crianças devem fazer uma fila indiana junto à corda. A corda é colocada a uma altura para que todas as crianças consigam passar de pé. Depois vai baixando até as crianças terem de rastejar para passar. O objectivo é passar por baixo da corda a dançar e sem tocar na corda.

Material necessário: uma corda ou fio de algodão e música


A letra P é a inicial da palavra Pijama. Desenhe ou imprima um P em folha A4. Depois apresente a letra ao grupo de crianças e escreva a palavra PIJAMA para que todos possam ver. Então peça às crianças que encontrem nomes que comecem pela letra P (primeiro pode ser o nome de meninos na sala, depois de pessoas da família ou os amigo). Depois pode mudar o tipo de palavra: animais, objetos, alimentos… Em alternativa, faça cartões com diferentes animais, objectos e alimentos começados pela letra P e alguns começados por outras letras diferentes. Peça então às crianças que façam a seriação entre as palavras começadas por P e as que começam por outras letras.

Material necessário: Cartão com a letra P e /ou cartões com várias imagens de animais, objetos e alimentos


O pijama está associado à noite. Outros objetos e ações estão associados ao dia. Proponha às crianças um jogo que lhes permita descobrir o que costumamos fazer de dia ou de noite. Desenhe ou imprima entre 6 a 20 cartões sobre acções do dia-a-dia como, pequeno-almoço, no carro para a escola, brincar no parque, sol a brilhar, criança dormir, a lua a brilhar, par de pijamas, escova de dentes... Pode ser que alguma diga que, às vezes, também andamos de pijama de dia, na escola, o que também estaria certo. Se o grupo for mais novo peça às crianças para separarem o que costumam fazer de noite e de dia. Se o grupo for mais crescido peça que organizem os cartões pela sequência cronológica dos acontecimentos.

Material necessário: cartões com fotos ou desenhos, representando diferentes objetos e ações


Andar de Pijama permite às crianças estarem mais à vontade para rebolar e rastejar no chão e fazer brincadeiras e até rir delas. Na sala, marque uma linha de partida e outra de chegada. O objectivo do jogo é chegar de uma linha à outra empurrando com só com o nariz uma bola de ping-pong ou de ténis (para os tiverem mais dificuldade com a de ping-pong). Ganha a criança que chegar primeiro com a bola. Pode, ainda, criar novos desafios, como por exemplo fazer o mesmo percurso empurrando a bola e fazendo sons de animais, ao mesmo tempo. Podem participar crianças aos pares ou até mais, dependendo do espaço livre do percurso. As outras crianças assistem… e, claro, vão fartar-se de rir.

Material necessário: bola de ping-pong ou ténis


O cobertor é um material associado ao pijama. Seleccione um cobertor ou uma pequena manta e sente as crianças em roda. Depois escolha uma criança para sair do espaço para um local onde não consiga ver o que é feito na roda. Determine, então, quais são as duas crianças que se vai esconder debaixo de dois cobertores ao lado um do outro. O grupo chama a criança que estava escondida. Esta, quando chega à roda senta-se em cima de um colega (e depois do outro) e pede-lhe que faça um som de um animal: um porquinho, oink, oink,oink ou um cãozinho, au, au , au, au, etc…, para o tentar reconhecer pela voz. Podem e